Filosofia

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Filosofia
Trabalho de Conclusão de Curso













Trabalho desenvolvido para a disciplina de Filosofia.
Professor João Bosco
Grupo: Elton, Fabíola, Lucas e Thaís.
3º ano Ensino Médio.










Novembro 2009


Trabalho de Conclusão de Curso

- Os limites da Estética, baseado em Platão.
Este trabalho tem comofinalidade relacionar os pensamentos do filósofo Platão com as idéias de estética que vivemos hoje, mostrando até que ponto é saudável se preocupar com esta.






































Sumário


Este trabalho é composto de:

- Introdução – Conceito de Estética
- Capítulo I: A Cama de Procusto – Platão
- Capítulo II: Os Limites da Cirurgia Estética
-Capítulo III: A Estética e a Questão do Belo nas Inquietações Humanas
- Conclusão
- Bibliografia



































Introdução
Estética é a área da filosofia que estuda racionalmente o belo - aquilo que desperta a emoção estética por meio da contemplação - e o sentimento que ele suscita nos homens. A palavra estética vem do grego “aesthesis”,que significa conhecimento sensorial ou sensibilidade, e foi adotada pelo filósofo alemão Alexander Baumgarten (1714-1762) para nomear o estudo das obras de arte como criação da sensibilidade, tendo por finalidade o belo.





































Capítulo I

A Cama de Procusto – Platão

Procusto era um bandido que vivia na serra de Elêusis. Emsua casa, ele tinha uma cama de ferro, que tinha seu exato tamanho, para a qual convidava todos os viajantes para se deitarem. Se os hóspedes fossem demasiados altos, ele amputava o excesso de comprimento para ajustá-los à cama, os que tinham com pequena estatura, eram esticados até atingirem o comprimento suficiente. Ninguém sobrevivia, pois nunca uma vítima se ajustava exatamente ao tamanho dacama.
Continuou seu reinado de terror até que foi capturado pelo herói ateniense Teseu que, em sua última aventura, prendeu Procusto lateralmente em sua própria cama e cortou-lhe a cabeça e os pés, aplicando-lhe o mesmo suplício que inflingia aos seus hóspedes.
Procusto significa "o estirador", em referência ao castigo que aplicava às suas vítimas.
Procusto representa a intolerância do homem emrelação ao seu semelhante. O mito já foi usado como metáfora para criticar tentativas de imposição de um padrão em várias áreas do conhecimento, como na economia, na política, na educação, na história, na ciência, na administração e na estética.



















Capítulo II

Os limites da cirurgia estética

Basta ir a shoppings e restaurantes de qualquer grande cidadepara deparar com pessoas de pele alaranjada (sessões de bronzeamento artificial podem dar esse efeito), maçãs do rosto salientes, testa estirada, lábios inflados e dentes branquíssimos, de uma alvura inexistente na natureza. É um contingente que, pelo jeito, tende a aumentar, graças aos avanços técnicos e ao barateamento dos procedimentos estéticos.
Não há nada de errado em querer consertar umafalta de acabamento congênita, melhorar a silhueta castigada pelo excesso de comida e pelo sedentarismo ou atenuar as marcas do tempo.
A questão é quando se exagera na dose. Tem-se aí uma patologia. Pessoas que não se cansam de encontrar defeitos ao espelho (na maioria das vezes, inexistentes) e, para corrigi-los, perseguem compulsivamente um padrão estético inatingível sofrem do que os médicoschamam de transtorno dismórfico corporal. Descrito em 1987 pela Associação Americana de Psiquiatria, o distúrbio, nos casos mais graves causa ansiedade e depressão profundas – e pode levar a pessoa a deformar-se nas mãos de cirurgiões inescrupulosos. A dismorfia manifesta-se com mais frequência na dermatologia por causa dos procedimentos menos invasivos, com resultados mais imediatos e recuperação...
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