Filosofia

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O QUE É ÉTICA?
Para que possamos compreender de forma mais ampla e completa justiça, listamos alguns conceitos:
 A ética (palavra originada diretamente do latim ethica, e indiretamente do grego ηθική, ethiké) é um ramo da filosofia, e um sub-ramo da axiologia, que estuda a natureza do que é considerado adequado e moralmente correto. Pode-se afirmar também que Ética é, portanto, uma DoutrinaFilosófica que tem por objeto a Moral no tempo e no espaço, sendo o estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana. 
O QUE É JUSTIÇA?
O termo justiça, de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social atravéz da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na suaaplicação a casos específicos (litígio).
Sendo assim,concluímos que a justiça depende da ética para se concretizar. Sem ética não há justiça.
LITÍGIOS ?
são as pendências pertinentes a uma ação. São as discordâncias entre as partes (autor e réu) que compõem um processo judicial. Normalmente, se discutem litígios nas áreas de direito do trabalho e direito civil.
Há que se verificar o fato de que"litígio" é um vocábulo com forte carga sociológica. Ou seja, trata-se de uma situação em que há algo errôneo, entendem alguns.
Ação corresponde a um direito subjetivo de exigir do Estado a tutela para um direito. Litígio, diz respeito a um antagonismo. Mas não necessariamente todo litígio resultará em uma ação. Uma dada situação litigiosa (disputa de interesses) poderá permanecer latente nasociedade, até que redunde em ação ou seja resolvida entre as partes, de modo consensual.
Litígio é uma contestação de que pode resultar processo ou arbitramento. Na filosofia, quem trata bastante sobre a importância do litigio na democracia, é Jacques Ranciere.

JUIZ PROTELA AUDIÊNCIA PORQUE TRABALHADOR USAVA CHINELO

A seccional do Paraná da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) repudiou nestasexta-feira (22) a atitude do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel, Bento Luiz de Azambuja Moreira, que adiou – no dia 13 de junho – uma audiência porque o trabalhador Joanir Pereira compareceu ao fórum usando um par de chinelos de dedo.
Moreira vai ter que se explicar agora à Corregedoria do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT/PR). A informação é da assessoria de imprensa do TRT/PR,que divulgou nesta sexta-feira uma nota de esclarecimento sobre o episódio.
Joanir Pereira, parte reclamante de uma ação que corre contra a empresa Madeiras J. Bresolin Ltda. (parte reclamada), foi quem compareceu à audiência de chinelos. Ele é trabalhador rural, atualmente desempregado.
O juiz alegou que “o calçado era incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”. “Num país tropical comoo Brasil, uma decisão como essa no âmbito da Justiça é absurda. Um fato como esse deve entrar para os registros das aberrações jurídicas”, disse o presidente da OAB-PR, Alberto de Paula Machado.
             Para o advogado Marcelo Picoli, que alegou tentar argumentar com o juiz para não adiar a audiência, a atitude do juiz impediu o acesso de seu cliente à Justiça. Picoli acrescentou que jáentrou com uma ação indenizatória na Comarca de Cascavel. ”Foi ofensa à dignidade da pessoa humana, um ato discriminatório. Nós queremos não só a reparação por danos morais como também a retratação do juiz”, afirmou ele.
Segundo Picoli, em função do tipo da ação trabalhista, a sentença poderia ter saído no final da audiência. A ação corre desde março. A audiência foi remarcada para 14 de agosto. (Cominformações da Revista Jurídica Última Instância).

  Comentário :
            A justiça brasileira mostrou mais uma vez que não é tão eficaz. Uma pessoa não deve ser impedida de fazer alguma coisa devido à roupa que usa. Um trabalhador que possui como calçado um único chinelo, tem os mesmos direitos que qualquer outro homem, independente de sua condição financeira.                   ...
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