Filosofia

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  • Publicado : 7 de abril de 2011
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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3
2 COMENTE A AFIRMAÇÃO 4
2.1 “Não há atividade “moral” autônoma; a moral é uma relação entre as atividades humanas”. 4
3 O QUE É MORAL E COMO ELA ATUA NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO 6
4 SER ADMINISTRADOR ÉTICO FAZ A DIFERENÇA 7
4.1 Importância de conhecer os fundamentos éticos para administrador de empresa 7
5 CONCLUSÃO 9REFERÊNCIAS 10

1 INTRODUÇÃO
Vivemos num mundo globalizado e fazemos parte de uma sociedade complexa. Ao longo de toda a vida, nossas dúvidas quanto à decisão a tomar não manifestam apenas nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exige que decidamos o que fazer que justifiquemos para nós mesmos e para os outros as razões de nossas decisões e que assumamos todas asconsequências decorrentes de nossas ações. Portanto, a consciência moral é o resultado de nosso senso moral.
Sabemos que uma pessoa capaz de agir eticamente nem sempre o faz de fato, assim como uma pessoa capaz de raciocinar logicamente nem sempre pensa de acordo com as normas lógicas. Piaget deixou intocado o mistério de por que mesmo uma pessoa que tenha as condições necessárias para a ação moralnem sempre age eticamente. (Freitas, 1999).
O homem como um ser social, se desenvolve sustentado no conjunto de valores e estabelece padrões para seu crescimento e sua inserção na sociedade. Dentre estes valores, destacamos os morais, pilares fundamentais para a conformação da sua personalidade. Estes cumprem o papel de estabelecer as regras de conduta que vão possibilitar a adequada convivênciados indivíduos em um ambiente social equilibrado, onde o interesse do grupo se confronte com os interesses dos indivíduos. Portanto, é essencial que o administrador de empresas conheça os valores da sociedade e tenha uma conduta moral e ética, colaborando para que se estabeleça um ambiente adequado para as relações e negócios da empresa.
Na atualidade, as novas tecnologias com os avanços da ciênciatêm afetado os valores, causando intercâmbio e novas condutas entre os homens, especialmente em função do nível de comunicação e da quantidade e qualidade das informações.
2 COMENTE A AFIRMAÇÃO
2.1 “NÃO HÁ ATIVIDADE “MORAL” AUTÔNOMA; A MORAL É UMA RELAÇÃO ENTRE AS ATIVIDADES HUMANAS”.

A moralidade diz algo acerca do caráter do sujeito, sem deixar de revelar os contornos de sua vidaintersubjetiva, isto é, o modo como o eu interage com o outro.
Somos sujeitos que interagem uns com os outros, dotados de pensamentos, percepções, sentimentos, desejos e motivações. Agir, sentir e pensar, não apenas definem o caráter próprio do ser sujeito, mas também delimitam os contornos e a amplitude de sua autonomia no mundo moral.
O termo autonomia origina-se da composição do pronome reflexivogrego autos (próprio, a si mesmo) com o substantivo nomos (lei, norma, regra), significando a capacidade de cada cidadão (ou cidade) se autogovernar, elaborar suas leis e erigir os preceitos que irão orientar a sua ação.
Saber como realizar autonomia no convívio social, depende de inúmeras variáveis, tais como: circunstâncias da ação, motivação voluntária, escolha consciente, percepção sensorial,decisão independente, interesse e desejo de se inserir num mundo moralmente compartilhado, cumprindo os deveres que constituem a vida em sociedade.
Sujeito, autonomia e moral são, pois, grandezas que se associam para tornar o homem condutor do seu próprio destino.
A moral nos coloca em face do mundo e nos indica o que devemos fazer para fugir da dor e da destruição às quais estamos sujeitos. Nãohá, pois, vida humana sem padrões normativos de comportamento. Impomos regras aos outros, mas também a nós mesmos, como forma de ampliar nossas chances de sobrevivência, maximizar prazeres e atenuar sofrimentos.
A idéia de autonomia já se encontra presente no mundo grego como produto de uma deliberação racional, cujo fim consiste no exercício das virtudes ou na conquista da excelência moral....