Filosofia e arte

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
CURSO DE GESTÃO EM SEGURANÇA PRIVADA

LUCIANO MARQUES

FILOSOFIA E ARTE

CURITIBA
2011

LUCIANO MARQUES

FILOSOFIA E ARTE

Trabalho acadêmico da disciplina de
Filosofia.
Prof. Irineu Letenski.

CURITIBA
2011
ii

SUMÁRIO

1

MORA NAFILOSOFIA......................................................................1

2

DISPOSIÇÃO PARA A VERTIGEM ..................................................1

3

IMAGENS DO FILÓSOFO.................................................................2

4

ARTE DE CRIAR CONCEITOS.........................................................2

5

UM OLHAR DIFERENTE ..................................................................3

6

AFILOSOFIA COMO PENSAMENTO CONCRETO.........................4

7

PENSAR É VIAJAR...........................................................................4

iii

1

MORA NA FILOSOFIA

O que é Filosofia? A primeira indicação vem da etimologia – o estudo da
origem e da evolução das palavras. A palavra vem de dois termos gregos que
significam philia (amor, amizade) e sophia(sabedoria), resumindo, podemos dizer
que significa “amor pelo saber”. O filosofo está constantemente à procura do
conhecimento.
Na época de Pitágoras (c. 580-496 a.C.), o primeiro que usou o termo
filosofia, o termo sophia designava um tipo de saber que incluía conotações mais
práticas.
Pouco sabe da vida de Pitágoras, porém Diógenes Laertius (III d.C.)
comentou que Pitágoras comparava a vida com umafesta aonde alguns vão para
competir pelos prêmios, outros para fazer negócios e outros como observadores. Os
primeiros revelam-se como almas escravas e os últimos como amantes da
sabedoria [filósofos].
2

DISPOSIÇÃO PARA A VERTIGEM

A filosofia não é um conjunto de conhecimentos mas um posicionamento
perante a vida, portanto qualquer um pode filosofar, não sendo necessários grandesconhecimentos sobre ela, basta querer ver as coisas de uma forma diferente.
Muitos evitam a filosofia e até têm aversão à sabedoria, como é o caso dos
chamados misósofos, que são uma maioria no mundo, justamente pela filosofia não
ser uma atividade puramente intelectual, mas envolvem nossos sentimentos, nossas
emoções.
O amor, o ódio, a alegria e a tristeza, nos tomam de assalto contra a nossavontade e o amor ao saber independe de nossa vontade. Não basta querer o
pensamento, é preciso deixar-se levar por ele. Talvez seja este o motivo da
dificuldade para quem quer fazer filosofia.
Pensar filosoficamente envolve perigos e pode até gerar instabilidade levando
à crise, que pode ser um momento doloroso, por ser um estado de incerteza,
contraproducente. Mas a crise também pode ser umaoportunidade de mudança e
transformação, depende como a encaramos.
1

Devido a visão preconceituosa do amor, muitos filósofos não assumiram o
caráter amoroso do pensamento, talvez devido este amor puder significar uma
espécie de confissão da própria ignorância, por estar ligado a irracionalidade e ao
descontrole de si mesmo.
Precisamos reavaliar e reconhecer esta relação entre o amor e afilosofia,
para que possamos entender sua preciosa dimensão.
3

IMAGENS DO FILÓSOFO

Como você vê um filósofo? Quando nos perguntamos isto, logo vem a mente
a figura de um homem velho, um homem solitário, talvez um eremita ou um ser
frágil, doente. Parece que o filósofo nem precisa do corpo para pensar ou de tanto
pensar e não usar o corpo este acaba definhando por falta de uso. De tantopensar,
meditar, o filósofo parece viver em outra dimensão, no “mundo da lua”.
E se vemos a filosofia como uma atividade inútil e alienada, incapaz de mudar
o mundo, não estamos sendo preconceituosos? Pois a filosofia vive esta suspeita
desde os primórdios dos tempos.
Veja o exemplo de Tales de Mileto (640-562 a.C.) que, caminhando à noite perdido
em meio às suas meditações sobre o...
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