Filosofia na analise contabil

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO

WAGNER GALVÃO DE SOUZA

filosofia

Itaperuna - RJ
2010
wagner galvão de souza

filosofia

Trabalho apresentado ao Curso superior de administração – Bacharelado da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a Análise Contábil.Orientador: Profª. Márcia Bastos de Almeida

Itaperuna - RJ
2010

Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão palavras; vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos; vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos; vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter; vigie seu caráter, porque ele será o seu destino.(Autor Anônimo)
I - INTRODUÇÃO:

Vivemos em uma conjuntura marcada por profundas e contraditórias transformações. O espantoso avanço das forças produtivas tem aumentado as possibilidades de prolongar e melhorar a vida humana, ao mesmo tempo que mutila e torna precária a vida de quase a metade dos habitantes do planeta.
Na base destas transformações seconfigura a especificidade assumida pelo processo de mundialização do capital associado às práticas neoliberais. Mas onde se pretende chegar com tal afirmação? Em tempo de mudanças, alguns princípios se tornam questionáveis e há uma tendência a relativização de conceitos, concebendo perplexidade sobre os valores já construídos. Divisa uma certa hesitação sobre o que é ou não permitido, o que é ouválido, o que é ou não aceito. Isso ocorre porque não há um código de ética universal que defina os padrões morais e éticos normatizadores das ações humanas.
Parece surgir uma grande confusão quando alguns fazem uma leitura dessa palavra apenas dentro de seu sentido etimológico (...) e interpretam com isso que o sujeito autônomo é quem faz o que acha certo, de acordo com suaspróprias idéias. Parecem esquecer-se do sufixo nomia indicando a presença de regras que, para serem estabelecidas, necessitam de um acordo entre as partes envolvidas; necessitam, portanto, que o sujeito leve o outro em consideração (ARAÚJO, 1996b, p. 104).

Nessa perspectiva, a autonomia e a liberdade subentendida devem sobrepujar a licenciosidade. Segundo Paulo Freire (1996), licenciosidade eautoritarismo não habilitam à liberdade, mas ao caos.
Através deste trabalho, não se tem a pretensão de chegar a uma demonstração cabal de como a Ética vem contribuindo para a reprodução das relações empresariais. O que supõe viável é apresentar, em breve síntese, a ética, seu conceito, como ela se converge para a moral, para a formação de um indivíduo de princípios, utilizando, paratanto, embasamento de teóricos renomados no ramo da Filosofia como Sócrates, Platão, Aristóteles, Decartes, Thomas Hobbes, Immanuel Kant, Jean Jean-Jacques Rousseau, Jean Paul Sartre, e traçando a ética ao mundo administrativo, ressaltando que a ética está intrinsecamente associada à conduta humana e subsequentemente acompanha o sujeito em sua vida cotidiana.
Portanto, ser um administradorético é estar em cumprimento com nossas obrigações legais e normas, assim bem como com o pronto atendimento às pessoas com quem se relaciona. Tais considerações não visam sustentar uma posição intermediária ou conciliatória de tendências opostas, mas estão inscritas na preocupação de uma recuperação da ética nos locais de trabalho do administrador, uma vez que a empresa é um lócus social que produz ereproduz esses valores não só em seus funcionários como em seus clientes.

II – DESENVOLVIMENTO:

A palavra ética vem do grego ETHOS que quer dizer: modo de ser, caráter enquanto forma de vida do homem, ou seja, ética é a forma de proceder ou de se portar do ser humano no seu meio social, sendo uma relação intersocial do homem, e seus parâmetros são as condutas aceitas neste meio,...
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