Filosofia da religiao

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Filosofia da religião

Seu alvo é indagar filosoficamente, utilizando métodos e com objetivos filosóficos. Hegel foi o primeiro estudioso a utilizar este termo. Desde o século XVII, devido ao distanciamento do cristianismo das evoluções do mundo tecnico-cietifico, os apologistas tentam justificar a religião. Bertrand Russel dá à filosofia o lugar entre a teologia e a ciência. A primeirainvestiga aquilo que ultrapassa o conhecimento humano. -o transedentetal; Já a segunda , se ocupa das coisas verificáveis , materiais – o que gera um conflito épico destes dois conceitos . daí a prontidão intermediaria da filosofia, buscando resolver as questões como mediadora. Alguns tendem a demonstrar que a religião é o reflexo de um sistema e deficiente como: ignorância, impotência e etc.; por issofeuerbach a vê como alienação; Marx, como droga do povo; Nietzsche, como debilidade gregária; Freud, sobrevivência nociva e patológica da imagem paterna da idéia de Deus.
Três são as provas cartesianas da existência de Deus: - a idéia de Deus supõe ao mesmo Deus; - o imperfeito pressupõe o perfeito, Deus; - a idéia do ser perfeitíssimo inclui apriori sua existência (argumento a priori). Avaliadasem seu conjunto, estas provas da existência de Deus não apresentam nada da sistematização orgânica das cinco vias desenvolvidas por Tomás de Aquino. Mas, as duas primeiras provas cartesianas se aproximam das de Tomás de Aquino, enquanto utilizam o princípio de causalidade, para explicar fatos. A terceira, chamada depois prova ontológica, ou a priori, é rejeitada por Tomás de Aquino, e procede deSanto Anselmo.
As provas da existência de Deus obedecem em Descartes à índole do seu método de redução as idéia clara e distinta. Encontram-se sob influência platônica e agostiniana, no sentido de que admitem o princípio de causalidade sob base meramente racionalística. Mais tarde, Imanuel Kant reduziu a nada os argumentos cartesianos; efetivamente, difícil é manter tais argumentos em umpressuposto racionalista.
O Humanismo
Este mento histórico-social é tido como um período de transição. Marca a passagem do fim da Idade Média para a Idade Moderna. Com o crescimento das cidades e do comércio, o regime feudal enfraqueceu. Os servos podiam vender sua colheita e conseguir dinheiro para pagar os serviços que deviam ao senhor feudal; podiam ir para a cidade ou conhecer novas terras. Odesejo de liberdade se concretizava.
Os senhores feudais, aos poucos, foram perdendo suas terras e seus servos. Neste momento, o rei, que era uma autoridade simbólica, fortalece-se, à medida que se aliava a uma classe social emergente, a burguesia, formada por artesãos e comerciantes, detentores do dinheiro, que viviam nas cidades. No momento em que o rei consegue centralizar o poder, tendo comoalicerce a teoria do dinheiro divino, à igreja Romana interessa defender a estrutura feudal, por possuir uma quantidade bastante grande de terras. Com isso, a igreja deixou de ser a única responsável pelo monopólio da cultura, formando-se bibliotecas fora dos mosteiros e dos conventos.
São também frutos dessa época os humanistas, homens cultos e admiradores da cultura antiga. Eram individualistas,davam maior importância aos direitos de cada indivíduo do que à sociedade. Acreditavam no progresso, rejeitando a hierarquia feudal.
Através do contexto histórico, podemos perceber que o homem da época rompe com o sistema feudal e com a visão teocêntrica do mundo determinada pela igreja e, vai em busca de si mesmo, de novas descobertas e novos valores. O momento é de transição. O homem começa ase valorizar, sem, contudo abandonar por completo o temor a Deus e a submissão.
A literatura, como está intimamente engajada no momento histórico-social, vai gerar produções literárias que refletem esse período conflitante no qual o homem do século XV viveu. O Humanismo é um movimento filosófico surgido no século XV dentro das transformações culturais, sociais, políticas, religiosas e...
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