Filosofia da religiao

10027 palavras 41 páginas
Filosofia da religião

Seu alvo é indagar filosoficamente, utilizando métodos e com objetivos filosóficos. Hegel foi o primeiro estudioso a utilizar este termo. Desde o século XVII, devido ao distanciamento do cristianismo das evoluções do mundo tecnico-cietifico, os apologistas tentam justificar a religião. Bertrand Russel dá à filosofia o lugar entre a teologia e a ciência. A primeira investiga aquilo que ultrapassa o conhecimento humano. -o transedentetal; Já a segunda , se ocupa das coisas verificáveis , materiais – o que gera um conflito épico destes dois conceitos . daí a prontidão intermediaria da filosofia, buscando resolver as questões como mediadora. Alguns tendem a demonstrar que a religião é o reflexo de um sistema e deficiente como: ignorância, impotência e etc.; por isso feuerbach a vê como alienação; Marx, como droga do povo; Nietzsche, como debilidade gregária; Freud, sobrevivência nociva e patológica da imagem paterna da idéia de Deus.
Três são as provas cartesianas da existência de Deus: - a idéia de Deus supõe ao mesmo Deus; - o imperfeito pressupõe o perfeito, Deus; - a idéia do ser perfeitíssimo inclui apriori sua existência (argumento a priori). Avaliadas em seu conjunto, estas provas da existência de Deus não apresentam nada da sistematização orgânica das cinco vias desenvolvidas por Tomás de Aquino. Mas, as duas primeiras provas cartesianas se aproximam das de Tomás de Aquino, enquanto utilizam o princípio de causalidade, para explicar fatos. A terceira, chamada depois prova ontológica, ou a priori, é rejeitada por Tomás de Aquino, e procede de Santo Anselmo.
As provas da existência de Deus obedecem em Descartes à índole do seu método de redução as idéia clara e distinta. Encontram-se sob influência platônica e agostiniana, no sentido de que admitem o princípio de causalidade sob base meramente racionalística. Mais tarde, Imanuel Kant reduziu a nada os argumentos cartesianos; efetivamente, difícil é manter tais argumentos em um

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