Filosofia da linguagem

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UNIP- UNIVERSIDADE PAULISTA.

ADÉLIA BRAGA PAIXÃO.
RA: 0912916.
CURSO: LETRAS (PORTUGUÊS/ESPANHOL).
POLO: BELÉM NAZARÉ.

FILOSOFIA DA LINGUAGEM







BELÉM DO PARÁ
2013.



UNIP-UNIVERSIDADE PAULISTA


ADÉLIA BRAGA PAIXÃO.
RA: 0912916

Pré-Projeto apresentado á UNIP-Interativa Belém Nazaré
Polo curso Letras (Português/Espanhol)
Elaboração detrabalho de curso.



Filosofia da linguagem







BELÉM DO PARÁ
2013.

CAPÍTULO I.
O que é Filosofia da Linguagem?

Filosofia da Linguagem é o ramo da filosofia que estuda a essência e natureza dos fenômenos linguísticos, tratando do ponto de vista filosófico a natureza do significado, da referência, do uso, do aprendizado da linguagem e da criatividade dosfalantes em compreender, interpretar e traduzir os aspectos linguísticos, do estudo da sintaxe aos aspectos linguísticos do pensamento e da referência.
A Filosofia da Linguagem investiga como as frases compõem um significado e o que é o significado das palavras nas frases e qual a natureza do seu significado, como a usamos e o que fazemos com a linguagem socialmente e qual finalidade damos a ela,como se relacionam a mente do falante e do intérprete.
Os filósofos da Linguagem não se preocupam muito com o significado das palavras, não como a encontramos no dicionário, mas sim como as expressões tem o significado que tem, para eles o mais importante é o que significa para uma palavra ou frase significar algo, ou seja, o que elas querem dizer. Embora façam a pergunta qual o significado dosignificado, as respostas obtidas são várias já que várias teorias são usadas como resposta.
A tradição empirista, por exemplo, tratou o significado do “significado” como uma ideia provocada por um signo, assim como a teoria da condição da verdade vê o significado como a condição de uma frase ser verdadeira ou falsa, pois a teoria do significado entende o significado como algo relacionado ao atoda fala e frases particulares. A Filosofia da Linguagem investiga o significado e a verdade, frases sem significado podem nos afirmar que são falsas ou verdadeiras? E as frases que nos falam sobre coisas que não existem saberão dizer que são verdadeiras ou falsas? Papai Noel, por exemplo, não existe, mas na frase: “Natal tem que ter papai Noel”, logo entendemos que no Natal queremos ganhar ou darpresentes, papai Noel não existe então a frase poderia ser falsa, mas a frase torna-se verdadeira por aliarmos em nossa mente, papai Noel, Natal e presentes.
A investigação filosófica sobre a linguagem já é vista desde os textos de Platão, onde ele trata das questões relativas à relação entre os nomes e as coisas que os mesmos designam. No diálogo “Crátilo”, Platão admite que convenções sociaisestão envolvidas na fixação de nomes às coisas e que há problemas na ideia que palavras e fonemas tem significados Naturais. Platão também é responsável pela explicação da possibilidade do discurso, sobre a falsidade (que é a característica do que não é verdadeiro) e o não-ser (aparentemente esta palavra não parece ter sentido, pois não é sinônimo de “o que não é), pois é mais fácil explicar comofalamos sobre p que é, existe ou acontece, é muito mais fácil fazer uma afirmação sobre o que podemos explicar, dando como exemplo a frase: “ O céu está azul”, se, realmente ele está azul, então a afirmação é verdadeira pois se relaciona de maneira adequada com a cor do céu, mas do contrário, se o céu está azul e dizemos que o” céu não está azul”, então o que dizemos é falso, aqui temos umproblema, pois o que dizemos não se relaciona á nada, se não se relaciona a nada, então não se relaciona, pois o nada não é nada (coisa alguma, ou adequadamente em filosofia, ente físico ou ideia alguma).
Segundo Platão, falamos muitas coisas que não são verdadeiras, ou são falsas, porque as frases são complexas, do contrário dos nomes considerados simples, pois o nome designa a coisa que designa...
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