Filosofia 10o ano

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Resumos de Filosofia
3º Teste- 10º Ano

1 – Relacionar acções e valores
Agir é escolher um curto caminho por esta ou por aquela razão. A razão que justifica a nossa decisão chamamos de “motivos”. Os valores são os motivos fundamentais das nossas decisões e acções, são as formas, são a forma de as legitimarmos e justificarmos. Orientam a nossavida, condicionam as nossas decisões, determinando o que pensamos acercado que é melhor e pior. Os seres humanos agem em conformidade com as suas preferências e os seus valores.
2 – Esclarecer a noção de valor
Valor é uma qualidade potencial resultante da apreciação de um individuo a um objecto ou acção em função da presença de algo que é desejável. O valor resulta da relação estabelecida entre oindividuo e objecto. Os valores são ideias que nos levam a preferir determinados objectos e a realizar acções.
Os valores justificam as nossas escolhas e preferências, relativamente aos actos e aos objectos. Os valores estão na base das nossas escolhas.
3- Distinguir juízos de facto de juízos de valor
Um facto é que acontece. Os valores são ideias que nos levam a realizar certas acções, apreferir determinadas coisas e a julgar certos factos como bons ou maus, … Podemos explicar a distinção entre factos e valores, esclarecendo a diferença entre juízos de facto e juízos de valor.
* Juízos de facto (de realidade)
Ocorre quando descrevemos os acontecimentos sem qualquer apreciação. Descrição impessoal, do que aconteceu sem qualquer interpretação ou apreciação.
Informam-nos acerca defactos, coisas, acontecimentos ou acções.
O juízo de facto pode ser verdadeiro ou falso, pode ser afirmado ou negado pela experiência. Têm valor de verdade, e o seu valor é independentemente das crenças ou dos gostos de quem os profere.
São descritivos ou informativos: não prescrevem ou proíbem o que se deve fazer.

* Juízos de valor (de apreciação)
Avaliam determinadas acções,acontecimentos ou coisas.
Referem-se a valores ou princípios que servem de base à avaliação.
Podem ser normativas ou prescritivos, indicam-nos como devemos avaliar as coisas.
Não têm valores de verdade, e se são verdadeiros ou falsos dependem das crenças e dos gostos de quem os profere.
Ocorrem quando manifestamos as nossas preferências e apreciações.

4 – Reconhecer e dar exemplo de juízos defacto/valores
Juízes de facto:
- A Guernica foi pintada por Picasso;
- Lisboa é a capital de Portugal;
- A interrupção voluntária da gravidez é proibida na Polónia;
- Belmiro de Azevedo é um dos homens mais ricos do mundo;
- Durante a 2ª Guerra Mundial, seis milhões de judeus morreram nos campos de concentração;´

Juízos de Valor:
- A Guernica é o quadro mais belo de Picasso;
- Lisboa é umacidade encantadora;
- O aborto é um acto moralmente errado;
- Em muitos estados dos EUA a pena de morte é ilegal e desumana;
- A pena de morte é injusta;
- A Manuela é desonesta;
- A morte de seis milhões de judeus foi um acto criminoso e horrendo;

5 – Esclarecer algumas características dos valores
* Os valores não são factos nem coisas. São critérios segundo os quais valorizamos factos ecoisas.
Exemplo: Relógio não é um valor, mas sim um objecto a quem atribuímos um valor por ser bonito.

* Os valores são as razões ou os motivos que justificam as nossas decisões e acções: São critérios que estão na base das nossas escolhas. Os valores apresentam-se como ideias, que solicitam a adesão.
* Bipolaridade/Polaridade: os valores apresentam um pólo positivo e um pólo negativo,isto é, cada valor contrapõe-se a um contra valor.
Exemplo: saúde/doença ; beleza/fealdade
* Hierarquia: Os valores apresentam-se ordenados de acordo com o grau de importância que lhes reconhecemos, implicando o estabelecimento de prioridades. Uns apresentam-se como superiores a outros. Essa escala ou tabela de valores é variável e discutível. Preferir uns valores a outros pressupõe a...
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