Fichamento

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FICHAMENTO DOS CAPÍTULOS I E II DO LIVRO: EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL: HISTÓTRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS
NOME: ROSA MENDES RGM: xxxxx-x CURSO: PEDAGOGIA TURMA:ITENS | CONTEÚDO | OBSERVAÇÃO DO ALUNO |
1.TIPO DE OBRA | LIVRO | TRATA-SE DO VOLUME 6º DA MESMA OBRA. OS CAPÍTULOS ESCOLHIDOS FORAM I E II. HÁ SUBDIVISÕES NO CAPÍTULO II. |
1.1 ANO DA PUBLICAÇÃO | 1996 | |
1.2 EDITORA | CORTEZ | |
1.2.1 EDIÇÃO | 6ª EDIÇÃO | |
1.2.2PÁGINAS | 208 PÁGINAS | I E II - 50 PÁGINAS |
1.3 TÍTULO | EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL: HISTÓRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS | |
1.3.1 TÍTULO DO CAPÍTULO | CAPÍTULO I: ATENDIMENTO EDUCACIONAL AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA (PÁG. 15 A 25)CAPÍTULO II: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL (PÁG. 27 A 65) | LIVRO APRESENTA 5 CAPÍTULOS. |
1.5 AUTOR | MARCOS JOSÉ DA SILVEIRA MAZZOTTA | |
2 TEMA | CIÊNCIASHUMANAS - EDUCAÇÃO - HISTÓRIA DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA - ESPECIALIDADE: EDUCAÇÃO ESPECIAL. | |
2.1 PALAVRAS CHAVES | POLÍTICAS EDUCACIONAIS; HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA; EDUCAÇÃO INCLUSIVA; EDUCAÇÃO ESPECIAL; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. | |
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5.RESUMO. | | |
Este artigo trata do Atendimento Educacional aos portadores de Deficiência e da História da educação no Brasil que estarelacionada a Educação Especial no Brasil: História e Políticas Públicas.Focalizando as relações entre os portadores de deficiência e a educação brasileira este tema identifica e analisa criticamente as variadas medidas educacionais para essa população, desde aquelas de caráter eminentemente assistencial até as de educação escolar. 1812-1880 existiram internatos com dedicação a educar e alfabetiza omínimo que fosse esses deficientes mentais. Maria Montessori foi outra importante educadora desenvolvendo um programa de treinamento para essas crianças. Entre 1817 e 1850 apareceram escolas para cegos, surdos retardados mentais. Em 1900 foi criada a primeira classe para crianças aleijadas (com defeitos físicos). Através de pais de retardados mentais se reuniram na NARC (National associationfor retarded children) que exerceu grandes influencia em vários países, inspirando assim a criação da APAE no Brasil.Com um acurado registro dos principais fatos e momentos históricos, traça a evolução do atendimento educacional aos portadores de deficiência no Brasil, bem como explicita e discute as ideologias presentes nas políticas públicas e nas ações governamentais nessa área.Segundo Mazzotta(1996, p. 27), a evolução da Educação Especial no Brasil pode ser subdividida em dois períodos distintos: de 1854 a 1956 (iniciativas oficiais e particulares) e de 1957 a 1993 (iniciativas oficiais de âmbito nacional).Primeiro se inicia em 12 de setembro de 1854, quando o Imperador D. Pedro II, através do Decreto Imperial n° 428, fundou na cidade do Rio de Janeiro o Imperial Instituto dos MeninosCegos, nome esse que mudou para Instituto Nacional dos Cegos. Essa iniciativa foi o resultado do empenho do cego Álvares de Azevedo, que cursara o Instituto dos Jovens Cegos de Paris. A fundação do Imperial Instituto deveu-se em grande parte, a um cego brasileiro, José Álvares de Azevedo, que estudara no instituto de Jovens Cegos de Paris; fundado por Valentin Haüy no século XVIII. Por terobtido muito sucesso na educação de Adélia Siguaud, filha do médico do Imperador, Dr. José Francisco Sigaud, que se interessou pela obra, assim como o conselheiro Luiz Pedreira do Couto Ferraz, que encaminhou o projeto para a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos. Foi ainda D. Pedro II que, com a Lei n° 839, de 26 de setembro de 1857, fundou no Rio de Janeiro o Imperial Instituto dos...
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