Fichamento

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*SEBASTIÃO RODRIGO GOMES DE SOUSA


FICHAMENTO DE TEORIA E PRÁTICA EM
EDUCAÇÃO POPULAR

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*Graduando do Curso de Licenciatura Plena em Geografia UEA (rgsousa_3@hotmail.com)

FREIRE, Paulo, NOGUEIRA,Adriano. Que Fazer 2ª EDIÇÂO, Editora VOZESPetrópolis 1989, pg.18 a 68.

Que Fazer Teoria e Pratica em Educação Popular (Paulo Freire. Adriano Nogueira)

“Entendo aeducação popular como o esforço de mobilização, organização e capacitação das classes populares; capacitação cientifica e técnica. (...) é preciso transformar essa organização do poder burguês que esta ai, para que se possa fazer escola de outro jeito...”(Pg.19)............................................................................................................................................................................
“... a educação popular tem graus diferentes e formas diferentes...” (Pg. a 20)

“É fundamental que haja uma forma de organização mediante a qual esses grupos e movimentos melhor “se armem” através da organização maior do saber que em seus corpos circula. Considero uma conquista esse trabalho metódico. (...)”(pg.26)

“Há lutaspopulares que são organizadas, são sindicais, são partidárias o regionais. Há outras também. Há lutas cotidianas, lutas diárias de buscar pela água, lutas que têm sua forma de ensinar aprender a sobrevivência. E aí se coloca o desafio de como é que minha inteligência de intelectual se molha nessa luta. Como é que eu vou fazer meu tr4abalho intelectual engravidado dessa tradição deconhecimento?(...) Nossa sensibilidade e nossa competência estão sendo requisitadas para que isso ocorra. Gosto de denominar a isso de paixão de conhecer.* Brota, homens e mulheres que estão em atos de conhecimento. Esse saber organizado se compõe a partir de situações de reconhecimento. (...)”(pg. 27)

“ As pessoas se muda, migra. Sem saber, ás vezes, que o único lugar é mora nafavela(...) vêm trazendo seu jeito de falar e sua veia de comunicação. Quando muda, acampa na favela, pode que a pessoa emudece desadaptada. Canhestra. A fala dessas pessoas é essa que a gente tem de repor; pra isso Associação se educa pra reunião, no ouvir um mais antigo que elas, alguém que provou nas dificuldades aquilo que ta sabendo hoje. Esse um sabe onde remansa o saber dele”.(...)Osnosso conceito, estamos falando dele; eles são mediadores. Eles fazem ponte entre a inteligência e a experiência vivida, eles iluminam conteúdos já pressentidos no interior da prática. “(pg.30)

“... Me lembro dos manuais que vi nas mãos de pessoas.(...) Creio que esse prolongamento do corpo avança nas (e pelas) práticas da vida em que o Manual é manuseado.(...) O manual propõe umpensamento seguinte: há relação entre o fazer do corpo e o conhecimento...”(p. 33)

“O corpo nos remete a conhecimento que se organizam no interior das ações, das praticas de vida...”(p. 33)

“... através deste manual de Educação Popular, os corpos e os conceitos se namoram, (...) o cotidiano das pessoas de grupos populares (é o exemplo de que falamos há pouco).(...) Em um grupo depessoas, moradores de uma periferia de cidade, o cansaço e o desânimo podem se organizar em luta... (p. 34)

“Através dele as pessoas reescrevem seu cansaço, reescrevem suas esperanças e formula proposta coletivas.(...) Que te parece isso, Paulo?...”(p. 34)

“... Tu comentavas sobre a mão. Comentavas a Mão e o Manual. (...) E ele descreve, ele anota que, em sua transformação, avida social está mudando também. (...)O corpo expressa suas descobertas(...)nesse movimento há expressões de corpos e nossa contribuição intelectual pode se dar no terreno da organização do conhecimento...” (p.34 a 35)

“Estaremos contribuindo em meias espaços (da vida política),...” (p. 35)

“... Vou adentro do que tu dizias, (...) nossos procedimentos de ciência.” (p. 35)...
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