Fichamento

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FARJ-FACULDADE REGIONAL DE
RIACHÃO DO JACUÍPE

FICHAMENTO DO LIVRO
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
(Paulo Freire)

NOVA FÁTIMA
NOVEMBRO DE 2012
Silvana da Silva Ferreira Lopes
Andrea dos Santos Silva Oliveira
Virgília S. da Silva Pereira


FICHAMENTO

Trabalho solicitado pelo professorEdmundo, da disciplina de Oficina Pedagógica, pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe. Realizado pelas alunas Silvana da Silva F. Lopes, Andrea dos Santos Silva e Virgília S. da Silva Pereira.



FARJ
NOVA FÁTIMA
Fichamento do Livro de Paulo Freire
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa / Paulo Freire. 27º Ed . São Paulo: Paz e Terra, 1996.Fichamento1
Por
Silvana da Silva Ferreira Lopes2
Andrea dos Santos Silva Oliveira 2
Virgília S. da Silva Pereira2
Primeiras palavras.
“A questão da formação docente ao lado da reflexão sobre a prática educativo-progressiva em favor da autonomia do ser dos educandos é a temática central em torno de que gira este texto. Temática aque se incorpora a análise de saberes fundamentais àquela prática e aos quais espero que o leitor crítico acrescente alguns que me tenham escapado ou cuja importância não tenha percebido.(p.13)
Capítulo 1- Não há docência sem discência.
“É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e reforma aoformar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É neste sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensinaaprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.”[...](p.23)
1.1- Ensinar exige rigorosidade metódica.
“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua submissão. Uma de suas tarefas primordiais é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se "aproximar" dos abjetoscognoscíveis. E esta rigorosidade metódica não tem nada que ver com o discurso "bancário" meramente transferido do perfil do abjeto ou do conteúdo. É exatamente neste sentido que ensinar não se esgota no "tratamento" do objeto ou do conteúdo, superficialmente feito, mas se alonga à produção das condições em que aprender criticamente é possível [...].”(p.26)
1.2- Ensinar exige pesquisa.
“Não há ensino sempesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo, educo e me educo. [...].”(p.29)
1.3- Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos.
“Por isso mesmo pensar certo coloca ao professor ou,mais amplamente, à escola, o dever de não só respeitar os saberes com que os educandos, sobretudo os das classes populares, chegam a ela - saberes socialmente construídos na prática comunitária - mas também, como há mais de trinta anos venho sugerindo, discutir com os alunos a razão de ser de alguns desses saberes em relação com o ensino dos conteúdos[...]” (p.30)
1.4- Ensinar exige criticidade.“Como manifestação presente a experiência vital, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída. Precisamente por que a promoção da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente, uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita [...].” (p.32)
1.5- Ensinar exige estética...
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