Fichamento

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FICHAMENTO DO CAPÍTULO 6 DO LIVRO: (RE)PENSANDO A PESQUISA JURÍDICAMIRACY B.S. GUSTIN E MARIA TEREZA FONSECA DIAS |
ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA |
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Trabalho referente à disciplina Metodologia da Pesquisa em Direito. Com o objetivo de análise do Capítulo 6 do livro “(Re)Pensando a pesquisa jurídica”, de Miracy Gustin e Maria Dias.Orientadora: Prof.ª Sara Côrtes. |ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA

Os projetos de pesquisa apresentam, em geral, três grandes partes:
* Indicações ou partes pré-textuais;
* Corpo ou texto do projeto;
* Partes pós-textuais. (p.45)
[Essa estrutura do projeto de pesquisa é uma estrutura complexa e precisa que dá um direcionamento ao trabalho, mesmo antes dele, de fato, ter sido iniciado. Já começamos a pensar o projetode forma organizada e coerente, pois, se assim não o fizermos, já percebemos que estamos indo contra a real proposta do que é um projeto de pesquisa. Ao destrinchar os pontos obrigatórios que compõem essa estrutura buscamos nos enquadrar e atentamos para não deixar nosso projeto de pesquisa, ou até mesmo nosso anti-projeto de pesquisa, cair na “malha fina” da pesquisa científica. Ou seja, seguircom precisão a estrutura e os componentes estruturais evitam que nosso trabalho se torne um pseudo projeto de pesquisa].

Os resumos de projetos devem ser claros e conter apenas as informações indispensáveis. (p. 51) [Definir o que são essas informações indispensáveis é uma tarefa que muitas vezes nos faz bater a cabeça. É preciso cuidar para não resumirmos o trabalho semcritérios, devemos nos ater ao que o trabalho se propõe e ao que o diferencia dos trabalhos anteriormente realizados, aos pontos que o tornam peculiar. Apesar disso, às vezes, acabamos resumindo o assunto ao qual a pesquisa se relaciona e que não é fruto do nosso trabalho. Isso faz com que o resumo não seja objetivo no que se propõe, além de torná-lo longo demais].[A elaboração dos elementos pré-textuais envolve alguns detalhes que, às vezes, passam despercebidos, seja por falta de conhecimento ou memória desses detalhes, ou, acredite, por falta de instrução e conhecimento em informática. Um exemplo está relacionado ao fato de que] os elementos pré-textuais não devem constar no sumário (p. 52). [O estudante se passa por detalhescomo este. Isso porque muitas vezes tem acesso às regras de formatação do trabalho, mas não às materializa na prática dentro da sala de aula. Na maioria das vezes aprendemos na tentativa de acertar, mas não é incomum passarmos por cima de algumas regras pelo simples fato de que encontramos dificuldade na hora de aplicá-las].

[Em se tratando dos elementos pré-textuais não obrigatórios:] “Sãoelementos opcionais e que somente deverão constar do trabalho segundo a conveniência do autor: lombada (NBR 12225/ 2004), errata, dedicatória, agradecimentos, epígrafe, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, conforme indicativos da NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO..., 2005, p.3)” (p. 53). [Esses elementos citados, apesar de opcionais, são interessantes quando agente pensa em complementar o trabalho e principalmente quando precisamos corrigir e esclarecer algo do nosso trabalho, a exemplo da utilização das erratas que exercem um papel importante na credibilidade da obra apresentada. Precisamos entender, contudo, que esses elementos não devem ter a função de dar volume ao trabalho e só devem ser utilizados com sentido real. Enfim, apesar de não terobrigatoriedade, os elementos opcionais devem entrar pra somar e enriquecer o trabalho].

A situação-problema é sempre fundada em marco teórico previamente definido. (p. 57). [Essa é uma dificuldade que deve ser resolvida logo quando se pensa a pesquisa, já que muitas vezes acabamos querendo abraçar o mundo com a barriga e terminamos por nem fazer uma boa pesquisa e nem contribuir para a sociedade...
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