Fichamento: a mideia e o lugar da historia

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Universidade Federal do Rio de Janeiro
Comunicação Social
Nome: Paula Fernandes Drummond Francklin
Disciplina: História da Comunicação
Professor: Micael Herschmann
Turma: EC1

Fichamento da leitura
A mídia e o lugar da história

RIBEIRO, Ana Paula G. “Mídia e lugar da história”. In: HERSCHMANN, Micael e PEREIRA, Carlos Alberto M. (orgs.). Mídia,Memória & Celebridades. Rio de Janeiro, Ed. E-Papers, 2003.

- Um fato histórico é, a princípio, qualquer acontecimento na vida de uma pessoa.
- Concedemos importância e elevamos a categoria de fato histórico a partir da infinidade de acontecimentos anteriores, posteriores e contemporâneos que este fatos desencadeou.
- “Um fato, para ser considerado histórico, deve estabelecer inúmerasrelações com outros eventos” (p.106)
- Um fato, se apenas ele for considerado, não pode ser considerado histórico. Os fatos históricos não falam por si.
- “O homem, sendo um ser histórico, não consegue jamais livrar-se dos condicionamentos socioculturais” (p.108)
- Para Michael de Certeau a operação histérica é igual à combinação de lugares mais práticas científicas.
- O historiador sempre parte defontes – matérias significantes manipuladas e transformadas pelo historiador seguindo regras específicas - para construir os fatos históricos.
- Arquivos, museus e bibliotecas são bases para a pesquisa científica definir as suas estratégias. O desenvolvimento tecnológico vem revolucionando as trajetórias operacionais da história.
- A história é a ciência que estuda os fatos do passado – não todos,apenas os que foram elevados a categoria de fato histórico-.
- O presente e o passado só são distinguidos com as mudanças e transformações. Por isso, “a história deve ser definida como a ciência que estuda o processo de transformação da realidade social.” (p 111)
- “A distinção entre passado-presente-futuro é, portanto, maleável e está sujeita a múltiplas manipulações. Essas referências não sãopróprias do tempo, mas resultantes de um ponto de vista sobre ele.” (p. 111)
- Fernand Braudel distingue o tempo em três níveis: o de longa (de a história lenta no transcorrer e nas transformações), o de média (o da história social dos grupos) e o de curta duração (o tempo breve e instantâneo).
- “O tempo social, concebido desta forma, permite ordenar – em um sequência causal qualquer – asações passadas e as presentes. E é esse tempo cheio de conteúdos que constitui a substância da memória” (p.112)



- A memória não é exclusividade da disciplina história e está ligada às representações coletivas.
- “Tornarem-se senhores da memória e do esquecimento é uma das grandes preocupações das classes, dos grupos, dos indivíduos que dominaram e dominam as sociedades históricas” (p. 113)
- Hádois tipos de estruturação da memória coletiva: um é a memória oficial e outro é a memória coletiva subterrânea que transmitem lembranças proibidas ou ignoradas pela visão dominante. O limite entre elas, no entanto, são difíceis de traças, pois não há uma grande separação, apesar de elas utilizarem lógicas diferentes.
- “a história desempenhou um papel fundamental na legitimação do poder doEstado e na consolidação de uma identidade nacional”, o trecho “Quem assegurava a veracidade da pretensão de um príncipe ao trono? Quem confirmava a antiguidade de uma família real?” exemplifica o trecho anterior. (p.114)
- A história sempre foi o principal discurso que dava sentido às ações e às transformações da realidade social. No entanto, a história foi perdendo esse papel pra mídia que vemconstruindo mais o papel de construtora da memória oficial.
- “A mídia é o principal lugar de memória e/ou de história das sociedades contemporâneas.” (p. 115)
- “Os meios de comunicação, neste século, passaram a ocupar uma posição institucional que lhes confere o direito de produzir enunciados em relação à realidade social aceitos como verdadeiros pelo consenso da sociedade. A História...
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