Fichamento Sobre Arte sobre Poesia

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Universidade Federal de Pernambuco
Data: 29/07/2013
Professora: Tatiana Ferraz
Aluno: Igor Cavalcanti Pinheiro
1º Período/ Manhã
FICHA CATALOGRÁFICA

O autor Ferreira Gullar, de nome José Ribamar Ferreira nasceu no em São Luís do Maranhão, no dia 10 de setembro de 1930. Ele que trabalhou em jornais e revistas, publicou livros, um deles em 1954 publicou um dos maisdiscutidos livro de sua geração, A luta corporal. Por motivos políticos morou fora do país de 1971 a 1977, destacando-se como critico de arte e roteirista de televisão.
Formado na poesia brasileira, Ferreira Gullar abriu caminho para a “Poesia Concreta”, organizou e liderou o movimento literário “Neoconcreto”.
Obras do mesmo:
Um Pouco Acima do Chão, poesia, 1949
A Luta Corporal, poesia, 1954
Teoria doNão-Objeto, ensaio, 1959
João Boa-Morte, Cabra Marcado pra Morrer, poesia, 1962
Quem Matou Aparecida?, poesia, 1962
Cultura Posta em Questão, ensaio, 1964
Se Corre o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, teatro, 1966
A Saída? Onde Fica a Saída?, teatro, 1967
Dr. Getúlio, Sua Vida e Sua Glória, teatro, 1968
Por Você, Por Mim, poesia, 1968
Vanguarda e Subdesenvolvimento, ensaio, 1969
Dentro da NoiteVeloz, poesia, 1975
A Luta Corporal e Novos Poemas, poesia, 1976
Poema Sujo, poesia, 1976
Antologia Poética, poesia, 1977
Augusto dos Anjos ou Vida e Morte Nordestina, ensaio, 1977
A Vertigem do Dia, poesia, 1980
Sobre Arte, ensaio, 1983
Barulhos, poesia, 1987
Poemas Escolhidos, 1989
Indagação de Hoje, ensaio, 1989
O Formigueiro, poesia, 1991
Argumentação Contra a Morte da Arte, ensaio, 1993
Rabo deFoguete-Os Anos no Exílio, memórias, 1998
Muitas Vozes, poesia, 1999
Rembrandt, ensaio, 2002
Relâmpagos, ensaio, 2003
Um Gato Chamado Gatinho, poesia, 2005
Resmungos, poesia, 2007


FICHAMENTO

CAPÍTULO 01 – A ARTE E O NOVO
Não são atribuídos valores as artes devido ao movimento artístico a qual ela pertence, os movimentos artísticos apenas empregam estilos e ideias. Os valores são atribuídos apartir da estética da arte.
(1º parágrafo, página 12)

As obras deixaram de impor qualidades estéticas, passando a valorizar apenas o que tem de “novo”.
(1º parágrafo, página 14)

CAPÍTULO 02 - A EXPOSIÇÃO DE ARTE COMO ESPETÁCULO
As obras de artes ficaram de segundo plano, sem importância a partir do momento que as exposições de artes passaram a virar espetáculos, assim como na mostra Brasil 500anos. Tinha uma mega estrutura, desde a entrada com uma sala, atravancada por grossos e enormes troncos de árvore, com salões enfeitados de rosas e santos, até mesmo a música, com canto gregoriano e samba-enredo.
(1º parágrafo, página 20)

“O artista plástico (...) quando está concebendo a obra, não a pensa como parte de uma exposição, muito menos como parte de um evento; pelo contrario: a obra éum fim em si mesma; expô-la é apenas o modo possível de torna-la pública.”
(2° parágrafo , página 21)

CAPÍTULO 03 - A ANULAÇÃO DA CRÍTICA
“Não tem sentindo fazer uma arte que não se comunica com ninguém”. E as respostas dos defensores eram de que até mesmo Picasso e Cézanne, não escaparam das criticas antes de serem reconhecidos e consagrados.
(3° parágrafo, página 23 e 24)

As artes expostas emexposições hoje em dia não chocam a ninguém, não passam de repetições e imitações, os autores não tem criatividade e seriedade.
(2º parágrafo , páginas 26 e 27)

CAPÍTULO 04 – ARTE CONCEITUAL E ATUALIDADE
“A arte conceitual tem a ver com a realidade que vivemos, com nossa época, com fatores culturais que a balizam e definem”.
(1º parágrafo, página 29)

CAPÍTULO 05 – O PREÇO DO FINGIMENTO
ABienal passa uma ideia de que qualquer coisa pode ser arte, ela expõe “trecos” sem graça, “desde pedaços de madeira ou metal até papelão rasgado, e tudo isso preso nas paredes ou pendurado, ou solto no chão”.
(2º parágrafo, página 35)

“O valor da arte não está em ostentar rebeldia mas em ser efetivamente expressão do talento e da miséria do artista, para com isso deslumbrar ou comover as pessoas”...