Fichamento livro o que o dinheiro não compra

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL

CPTL- CAMPUS II

CURSO DE DIREITO

ACADÊMICO: WILTON DOUGLAS DE OLIVEIRA


DICIPLINA: ECONOMIA

PROF. MARÇAL RIZZO













“O QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA”

Os limites morais do mercado

(Michael J. Sandel)

Tradução: Clovis MarquesTRÊS LAGOAS-MS 24/01/2013

O QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA

(Michael J. Sandel)

Tradução: Clovis Marques





O mercado e a Moral



Há coisas que o dinheiro não compra, mas atualmente, está a venda: barriga de aluguel; direito de abater animais em extinção; numero particular de um médico, e outras coisas, coisas que nem todos pagar por essas benesses.

Vivemos numaépoca onde quase tudo pode ser comprado ou vendido. Com a crise de 2008, Ronald Reagan e Margaret Thatcher diziam que os mercados, e não o governo quem detinham a chave da prosperidade e da verdade, na qual tal cerne do triunfalismo de mercado era a ganância, desempenhando um papel na crise financeira. Porém a mudança mais decisiva nas três ultimas décadas não foi o aumento da ganância, mas a extensãodos mercados, e de valores de mercado, a esferas da vida com as quais nada tem a ver.

A sociedade caminha nos passos onde tudo está a venda, tendo como motivos a desigualdade e a corrupção, onde não basta apenas ter o dinheiro para comprar coisas luxuosas, mas sim quem tem o capital adquire para si, uma grande influencia política, sendo assim a distribuição de renda e da riqueza adquiriimportância muito maior. “Quando todas as coisas boas podem ser compradas e vendidas, ter dinheiro passa a fazer toda a diferença do mundo”.

A analise tema deste livro. Naturalmente, pode haver discordância em torno dos princípios que valem a pena e das motivações a respeito. Assim para decidir o que o dinheiro pode - e não pode – comprar, precisamos saber quais valores governaram as diferenteáreas da vida cívica e social.

Quando bens podem ser comprados e vendidos, tratamos estes como mercadorias e instrumentos de lucro e uso, porem nem todos bens podem ser tratados dessa maneira. Como por exemplo, direito a cidadania, de voto, de júri, pois terceirizá-los significa aviltá-los, tratá-los de maneira errada.



Furando a fila



Ninguém gosta de esperar numa fila, porém as vezesé até possível pagar para fura-la, até mesmo uma boa gorjeta abre caminho para uma boa mesa em um restaurante cujo é muito concorrida.

Como na maioria das pessoas não podem pagar por tais privilégios, empresas sempre arranjam um jeitinho de vender passagens mais caras, bilhetes diferenciados na qual dão ao comprador um privilégio e um livre acesso aos serviços oferecido. “conhecidos clientesVIP”.

Existe a objeção à ideia de vender o direito a furar fila, sustentando a proliferação de esquemas, aumentando as vantagens da afluência e condena os pobres a ficar sempre no fim da fila, “Pistas Lexus”, considerando-as injustas com os usuários de poucos recursos.

Mesmo sem poder pagar para abrir caminho até a frente da fila, pode-se as vezes contratar alguém para entrar na fila noseu lugar, tais profissionais da fila, são perfeitamente capazes de ... esperar...

Algo ainda mais revoltante, o tráfico de senhas para consultas médicas por exemplo, sendo o que o sistema recompensa intermediários, e não aqueles que fornecem o atendimento. Cambistas pegam as senhas onde filas são formadas a noite e revendem a pessoas paciente que realmente precisam do atendimento por centenasde dólares. Tal expressão : “quem chega primeiro é atendido primeiro” – vem sendo substituída por uma nova ética de mercado-“pagou levou”.



Incentivos



Projetos de incentivos são criados mesmo que podem ser considerados “moralmente condenáveis”; propostas e programas são lançados, como exemplo o incentivo pago as mães viciadas em drogas, para que as mesmas aceitassem serem...
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