Fichamento Hespanha I

1561 palavras 7 páginas
Universidade Federal de Juiz de Fora
Disciplina: História Moderna I
Professora: Carla Maria Carvalho de Almeida

“Do ponto de vista do colonizador, a imagem de um Império centralizado era a única que fazia suficientemente jus ao gênio colonizador da metrópole. Do ponto de vista das elites coloniais, um colonialismo absoluto e centralizado condiz melhor com uma visão histórica celebradora da independência.” p. 167-168

“O primeiro fato que deve ser realçado é a inexistência de um modelo ou estratégias para a expansão portuguesa (...). Um deles era a idéia de cruzada e de expansão da fé. Mas, a par dele, vinha o do engrandecimento do rei ou das finalidades do comércio metropolitano ou, mais tarde, de populaçã. No entanto, esse conglomerado não era harmônico, sendo que cada tópico levava freqüentemente a políticas diferentes ou mesmo opostas.” p. 169

“Desde logo, faltava um estatuto unificado da população colonial. Alguns, os nascidos de pai português, eram “naturais” (Ord. Fil., II, 55), gozando de um estatuto pleno de portugueses, usando o direito português e estando sujeitos às justiças portuguesas. Outros eram estrangeiros, libertos da obediência ao governo e direito prtugueses.” p. 170

“Entre naturais e estrangeiros, existiam situações diversas. Primeiro, a dos vencidos na guerra (justa), cujo destino dependia dos vencedores. De acordo com as leis da guerra, podiam ser mortos, reduzidos acativeiro ou mantidos sob um regime mais ou menos duro de sujeição legal ou fiscal (Hespanha, 2000).” p. 170-171

“Finalmente, o estatuto daqueles que celebravam com o rei de Portugal um tratado de vassalagem; a sua integração na ordem política ou jurídica portuguesa estava aí fixada, podendo variar muitíssimo.” p. 171

“As instituições políticas nativas eram com freqüencia preservadas, como instâncias de mediação com o poder português.” p. 171

“No Brasil, portugueses “de bons costumes” eram enviados como “capitães das aldeias” para governar as aldeias índias já que a

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