Fichamento etica pratica

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FICHAMENTO

ÉTICA PRÁTICA
( Peter Singer )

1. INTRODUÇÃO

2.1. A ética prática têm um âmbito vasto. Se tivermos atenção, encontraremos ramificações éticas na maior parte das nossas escolhas.

2. SOBRE A ÉTICA

3.2. Para podermos ter uma discussão útil em ética torna-se necessário falar um pouco sobre “ ética”, de modo a termos uma compreensão clara do que fazemosquando discutimos questões éticas.
3.3. ... a primeira coisa a dizer da ética é que não se trata de um conjunto de proibições particularmente respeitantes ao sexo...
3.4. ... em segundo lugar, a ética não é um sistema ideal nobre na teoria, mas inútil na prática .
3.5. Um juízo ético que seja mau na prática sofre necessariamente de um defeito teórico, porque a finalidade do juízoético é orientar a prática.
3.6. Algumas pessoas pensam que a ética é inaplicável ao mundo real por a encararem como um sistema de regras curtas e simples do tipo “ não mintas”, “não roubes” ou “não mates”.
3.7. Tal com fracasso da moral sexual restritiva, o fracasso da ética baseada em regras simples não deve ser encarada como fracasso da ética como um todo.
3.8. Em terceirolugar, a ética não é algo que apenas se torne intelegível no contexto da religião. Tratarei a ética como algo totalmente independente da religião.
3.9. Tradicionalmente, a ligação mais importante entre religião e ética baseava-se na ideiade que a religião proporcionava uma razão para praticar o bem.
3.10. ...Basta referir que a observação quotidiana dos nossos semelhantes mostraclaramente que o comportamento ético não exige a crença no Céu e no inferno.
3.11. A quarta e ultima afirmação sobre ética que refutarei neste capítulo de abertura é a de que a ética é relativa ou subjetiva.
3.12. ...a ética relativa à sociedade em que se vive.
3.13. A primeira tentativa para distinguir o ético do não ético redundou num erro, mas podemos aprender com os nossoserros. Chegamos à conclusão de que temos de conceder que quem segue convicções éticas não convencionais vive, mesmo assim, de acordo com padrões éticos, “se pensas, por qualquer motivo, que o que faz é um bem”.

3. A IGUALDADE E SUAS COMPLICAÇÕES

4.14. Este século assistiu a transformação profundas nas atitudes morais... Embora as alterações tenham sido grandes, não se chegou a um novoconsenso. As questões continuam a ser controversas e podemos defender qualquer das partes sem por em risco o nosso estatuto intelectual ou social.
4.15. No caso da desigualdade parece que as coisas são diferentes. A alteração de atitude em relação à desigualdade ...em especial a desigualdade racial ... foi não menos súbita e profunda que as mudanças de atitudes em relação ao sexo, mas foimais completa.
4.16. Uma outra questão que nos leva pensar no principio da igualdade é a “ acção afirmativa “.
4.17. A utilização da personalidade moral como base da igualdade não está isenta de problema ... Se a personalidade moral é assim tão importante, tão-pouco é intuitivamente óbvio o motivo porque não deveríamos ter graus de estatuto moral ...grau de refinamento do nossosentido de justiça.
4.18. Logo, a posse de “ personalidade moral “ não proporciona um fundamento satisfatório para o princípio de que todo ser humano são iguais.
4.19. ... Podemos admitir que os seres humanos diferem como indivíduos, mas que, apesar disso, não existem diferenças moralmente significativas entre raças ou os sexos.
4.20. ... não nos permite tirar conclusões sobre asua inteligência, sentido de justiça, profundidade de sentimentos que não pudesse dar azo a trata-la como menos do que igual.
4.21. A essência do principio da igualdade na consideração de interesses que se atribua ao mesmo peso, nas nossas deliberações morais, aos interesses semelhantes de todos os afetados pelos nossos ações.
4.22. ... A contestação às explicações genéticas da...
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