Fichamento do texto santos, boaventura de souza. modernidade, identidade e a cultura de fronteira. tempo social; rev. sociol. usp, s. paulo, 5(1-2): 31-52, 1993 (editado em nov. 1994).

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Universidade de Brasília/ UnB
Instituto de Artes
Departamento de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Atelier de Produção Interdisciplinar

Professor Autor: Rosana de Castro
Professor : Gabriel Lyra Chaves.
Discente: Carolina  Maria Silva Antonio            


Tarefa : Fichamento do texto
SANTOS, Boaventura de Souza. Modernidade, identidade e a cultura de fronteira. TempoSocial; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 5(1-2): 31-52, 1993 (editado em nov. 1994).

1. Introdução
a) Há três afirmações sobre o que sabemos acerca da identidade? Quais são?
São plurais, mutáveis e ficção necessária.

b) Qual a definição de identidade proposta pelo autor?
A questão da identidade se traduz sempre numa reinterpretação do transitório e fugaz. O processo de identificação é umconstante processo de transformação, sucessão de temporalidades que ao mesmo tempo em que contribuíram para sua formação, ainda estão frequente curso.

c) Quem são os homens que Boa Ventura de Souza Santos cita como criadores culturais e políticos? Por que são relevantes para a discussão proposta pelo autor?
Lu Xun na China, Tagore na Índia, Mariátegui no Peru, Martí em Cuba, Cabral naGuinébissau e Cabo Verde, Fernando Pessoa em Portugal, Oswald de Andrade no Brasil. São relevantes porque conseguiram fazer uma reinterpretação formadora e referencial das ambiguidades existentes como: Do próprio e o alheio, o individual e o coletivo, a tradição e a modernidade.

d) O que o autor está afirmando com o parágrafo abaixo?
O desenvolvimento da arte moderna européia, de Gauguin ao fauvismo, aocubismo, ao expressionismo e ao surrealismo, beneficiou-se, de modo significativo, da apropriação seletiva de culturas não-européias, nomeadamente africanas; no entanto, tal apropriação teve lugar a partir de uma posição de poder totalmente distinta daquela que levou à decoração, em tempos recentes dos escudos usados nas guerras inter-grupais na Guiné-papua com os logotipos de cervejasocidentais.

Acredito que esta afirmação se faz a partir do uso de características e elementos de cultura africana, ou melhor, uma cultura não-européia com fins de integrar essas características à elementos decorativos em países europeus, o que não eleva este aspecto à nada elevado como então tidas as artes europeias, mas sim levando ao exotismo, ao incomum e a exploração do pitoresco.

2. Adescontextualização da identidade na modernidade
a) Quando surgiu a necessidade de discutir a identidade e o que provocou essa questão?
A discussão sobre identidade surge na idade média, tendo sua principal discussão durante o período moderno. O colapso da cosmovisão teocrática medieval.

b) O autor se refere à duas tensões. Quais são? Essas tensões servem de base para que tradições?
A subjetividadeindividual/subjetividade coletiva e; Subjetividade contextual/subjetividade universal. Elas servem de base para duas grandes tradições da teoria social e política da modernidade.

c) Qual a relação entre a hegemonia cultural a que estamos mergulhados e as questões de emancipação e regulação citadas no texto?
O que caracteriza é o processo histórico de progressiva absorção ou colapso daemancipação na regulação e, portanto, da conversão perversa das energias emancipatórias em energias regulatórias, desenvolvendo então o projeto da modernidade e o desenvolvimento histórico do capitalismo, o triunfo da subjetividade individual propulsionado pelo princípio do mercado e da propriedade individual.

d) Por que ao se organizar em estado as sociedades ocidentais perdem? Por que o autor defendeas idéias de Rousseau e as communitas?

e) De que modo o autor se posiciona quando narra o tempo histórico sobre a viagem de colombo? Quais referências ele faz às culturas dos povos que cita? Que questões culturais destaca?
Analisa e posiciona a dominação ideológica e linguística europeia como causadora do etnocídio dos povos ameríndios, ato violento político e religioso que impõe uma ordem...
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