Fichamento do livro o estrangeiro

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FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS AEMS
DIREITO

PEDRO CARLOS DE ALENCAR CARVALHO

FICHAMENTO

TRÊS LAGOAS
2011
FACULDADES INTEGRADAS DE TRES LAGOAS
DIREITO

PEDRO CARLOS DE ALENCAR CARVALHO

O ESTRANGEIRO

Trabalho acadêmico apresentado à disciplina de Metodologia Ciêntifica,ministrada pela profª. Sara Asseis de Brito, da 1ª série, turma B, do Curso de Direito.

TRÊS LAGOAS
2010

FICHAMENTO

1. CAMUS,Albert. O Estrangeiro.Trad. Maria Jacintha, Antonio Quadros. São Paulo: Ed. Abril Cultural, 1982.

O livro inicia com o registro damorte da mãe do senhor Meursault o personagem principal do livro, e, que parece não tê-lo causado um grande espanto. Sua mãe vivia em um asilo de velhos em Marengo distante de Argel oitenta quilômetros. Por ser perto resolve seguir viagem no período da tarde passar á noite velando sua mãe e logo de manhã estaria de volta chegando á noite. Avisou o seu chefe e pediu dois dias para velar a sua mãe epartiu para Marengo. Quando chegou ao asilo logo foi procurar onde estava sua mãe, e foi designado a conversar primeiro com o diretor. Sua conversa com o diretor foi rápido e perguntou para ele (...) “ jugo que agora, quer ir ver sua mãe?”(p.3) logo em seguida sem responder nada levantou e seguiu o diretor. O diretor explicou ao senhor Meursault da impossibilidade de acompanhá-lo e antes mesmo dedeixá-lo na sala onde sua mãe estava sendo velada informou do desejo de sua falecida mãe de ter um enterro religioso, mas que muito estranhou por não ter o conhecimento de sua mãe ser religiosa.
Meursault entra na sala onde sua mãe estava sendo velada e observa algumas cadeiras e o caixão coberto e descreve o que via: “Viam-se apenas parafusos brilhantes, mal enterrados, destacando-se damadeira pintada de casca de noz. Perto do caixão estava uma enfermeira árabe, de bata branca, com um lenço colorido na cabeça.”(p.4) Então chega o porteiro para informá-lo que iria abrir a tampa do caixão para poder ver sua mãe, no que respondeu que não precisava; onde trouxe mais adiante um mal estar para o senhor Meursault esta impensada resposta. Ficando na sala a velar sua mãe também o acompanhouo porteiro que o informou depois de uma pergunta do senhor Meursault o tempo que estava ali, disse “ “Está cá há muito tempo?” Ele respondeu imediatamente: Cinco anos, (...)”(p.4)
A tarde caiu muito rápido e foi lhe feito um convite para jantar e como não tinha fome então foi lhe oferecido um café com leite que de pronto aceitou dizendo gostar muito. Depois do leite com o café Meursaultquer fumar e oferece mesmo constrangido ao porteiro que o acompanha, e este aproveita para explicar-lhe que os amigos de sua mãe viria também velá-la. (p.2-5 passim)
A certa altura, disse-me: “Não sei se sabia, mas os amigos da senhora sua mãe vêm também velar. É o costume (...)” (p.5)
Devido à temperatura e ter um perfume agradável Meursault pega no sono e só acordou quandoalguém o tocou. Neste momento entraram os amigos de sua mãe como o porteiro o havia anunciado. Eram dez, entraram na sala sem fazer um tipo de barulho e sentaram sem que se ouvisse o ranger das cadeiras. (p.6)
Eu via-os como nunca vira ninguém até então e nem um pormenor das suas caras ou dos seus fatos me escapava. Não os ouvia, no entanto, e custava-me a acreditar que tivessemrealidade. Quase todas as mulheres usavam um avental e o cordão que as apertava na cintura, mais lhes realçava a barriga inchada. Nunca havia notado que as barrigas das mulheres velhas eram tão grandes. Os homens eram quase todos muito negros e traziam bengalas. O que me impressionava nas suas fisionomias, era que eu não lhes via os olhos, mas unicamente uma luz sem brilho no meio de um ninho de...
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