Fichamento do livro “a utopia”, de thomas morus

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Jonatas Oliveira
5º semestre jornalismo
Fichamento do livro “A Utopia”, de Thomas Morus.

Avaliação geral: Na obra “A Utopia”, o autor imagina a vida de habitantes da ilha homônima. Morus é um responsável por um projeto humanista de transformação social e pretende prová-lo com sua obra. Ele acredita que tal projeto é viável para o século em que vive, e que reduziria as injustiças vistas.LIVRO PRIMEIRO
Nas páginas 25 a 26, Morus fala com Rafael sobre as leis da Inglaterra daquele século:
Muitas vezes tive de arrostar com esses espíritos vaidoso, lascivos , teimosos e impertinentes, mesmo em Inglaterra...
- Perdão, estivestes também no meu país?
- Sim, demorei-me lá quatro meses, pouco depois da insurreição dos ingleses contra o rei, que terminou em um horroroso massacre dosrevoltosos.

Na página 31, Rafael fala o que levam as pessoas a roubar e trás uma solução:
Que direi dos lugares de prostituição, dos vergonhosos antros de embriaguez e devassidão, das infames casas de tavolagem de todos os jogos, do baralho, do dado, do jogo da péla, que devoram o dinheiro de seus frequentadores, e os impelem diretamente ao roubo para reparar as perdas? Arrancai de vossa ilhaessas pestes públicas, esses germes do crime e da miséria. Obrigai os vossos nobres demolidores a reconstruir as quintas e burgos que destruíram, ou a ceder os terrenos para os que quiserem reconstruir sobre as ruínas. Colocai um freio ao avarento egoísmo dos ricos; tirai-lhes o direito do açambarcamento e monopólio. Que não haja mais ociosos entre vós. Dai à agricultura um grande desenvolvimento;criai a manufatura da lã e a de outros ramos de indústria, para que venha a ser ocupada utilmente esta massa de homens que a miséria transformou em ladrões, vagabundos ou lacaios, o que é aproximadamente a mesma coisa. Se não remediardes os males que vos assinalo, não vos vanglorieis de vossa justiça; é ela uma mentira feroz e estúpida. Abandonais milhões de crianças aos estragos de uma educaçãoviciosa e imoral. A corrupção emurchece, à vossa vista, essas jovens plantas que poderiam florescer para a virtude, e, vós as matais, quando, tornadas homens, cometem os crimes que germinavam desde o berço em suas almas. E, no entanto, que é que fabricais? Ladrões, para ter o prazer de enforcá-los.

Mais adiante, na página 33 Rafael critica a pena de morte e alega que esse é um crime contraDeus:
Deus ordenou-nos: Não mataras. E matamos com tanta facilidade porque um homem se apoderou de algumas moedas.

Nas página 42 a 43, Morus cita as formas de adquirir riqueza para o reino. Dentre elas, conta sobre aquela que pune quem não está de acordo com uma determinada regra. Mais adiante, na página 51, ele pede que Rafael descreva a ilha Utopia, onde esses problemas não mais existem. Taldescrição é feita no livro segundo.

LIVRO SEGUNDO

A descrição de utopia é feita de forma descritiva no início. Ele diz na página 53 que:
A ilha da Utopia tem duzentos mil passos em sua maior largura, situada na parte média. Esta largura diminui gradual e sistematicamente do centro para as duas extremidades, de maneira que a ilha inteira se arredonda em um semicírculo de quinhentas milhas dearco, apresentando a forma de um crescente, cujos cornos estão afastados onze mil passos aproximadamente. O mar enche esta imensa bacia; as terras adjacentes que se estendem em anfiteatro quebram o furor dos ventos, mantendo as águas calmas e pacificas, e dando a esta grande massa liquida a aparência de um lago tranqüilo. Esta parte côncava da ilha é como um único e vasto porto acessível aos naviosem todos os pontos.

Na página 56, Rafael fala que todas as cidades da ilha são iguais e cita Amaurota:
Quem conhece uma cidade, conhece todas, porque todas são exatamente semelhantes, tanto quanto a natureza do lugar o permita. Poderia portanto descrever-vos indiferentemente a primeira que me ocorresse; mas escolherei de preferência a cidade de Amaurota, porque é a sede do governo e do...
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