Fichamento do livro politica para nao ser idiota

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  • Publicado : 13 de junho de 2012
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O indivíduo e a sociedade: política não é coisa de idiota

O encontro entre Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro, gera a ideia para a discussão a respeito do conceito de política.
Contata-se que cada vez mais, há comentários no Brasil, relacionados como “política é coisa de idiota”. Que a expressão idiotes, em grego, significa aquele que pensa em si.
Em conversa,Janine afirma que nos tempos de hoje, vivemos um período de maior liberdade na história, pois antigamente não havia essa liberdade política e pessoal. Os indivíduos se expressam, votam e tem sua própria organização. Assim, a política se ampliou muito. Entretanto, há uma convergência no embate entre política e democracia, pois teóricos definem essas ideias, o que se opõem as ditaduras que não háliberdade de expressão. Sendo que daqui a algum tempo, a predominância da ideia de que não há política que não seja democrática.
Com isso, há dois aspectos positivo e negativo, na qual o positivo em relação ao mundo contemporâneo e o negativo o desinteresse pela política.
Cortella diz que “o idiota não é livre porque toma conta do próprio nariz, mas só é livre aquele que se envolve navida pública, na vida coletiva”. (CORTELLA, 2010, p.9).
Para os modernos, a liberdade pessoal é fundamental, a sociedade de hoje é bem diversificada do que nos tempos da Grécia Romana, ou seja, exigia que as pessoas tivessem uma conformidade religiosa, alimentar para subsitar. Já nossa sociedade admite a diversidade, o que não implica em uma postura social ou política, que nesse contexto, é aideia de idiotes como algo positivo.
Convergindo entre uma liberdade política e pessoal, essa liberdade pessoal necessária, com o avanço da noção do indivíduo, foi desenvolvida na sociedade em que vivemos. Assim, o individualismo se transformou em obsessão, até mesmo na substituição do indivíduo pelo individual.
Pode-se gerar conflito é no caso citado no livro em questão da leiaprovada em São Paulo, limitando os fumantes em públicos, o que descreve que não se proíbe ninguém de fumar, mas de fazer o outro aspirar o seu fumo, que pode haver constrangimento entre ambos.
Segundo Janine “a política seria uma maneira de lançarmos luz sobre essas teias invisíveis que nos dominam e tentarmos controlá-las”. (JANINE, 2010, p.12) Já Cortella “a política vista como convivênciacoletiva”. (CORTELLA, 2010, p.12).


Conviver: o mais político dos atos

As pessoas entendem que liberdade e direito tem haver como uma propriedade ou objeto de consumo. Por isso, o indivíduo que reivindicar seus direitos, a partir de uma visão consumista, sem pensar que são direitos sem obrigações, “mas que os direitos estão ligados à vida em sociedade estão ligados a obrigações e que oindivíduo não pode ter direito senão cumprir seus deveres”. (JANINE, 2010, p.14). Estamos numa sociedade em que o consumismo chegou-se ao ponto para o entendimento dos próprios sentidos jurídicos – liberdade.
Com o termo referido condomínio, outro caso citado, relaciona ao poder político que o indivíduo tem sobre o outro de expressar sua opinião, e o sindico de fazer a sua justiça, até mesmo naseleições, e, contudo, isso pode haver um esgotamento, cansaço, em relação à grande política, à percepção da corrupção, desencanto, perda de esperança.


A política como pulsão vital

Pensamos que a convivência exige algum grau de constrangimento individual, que é necessário para a vida em sociedade, sendo que em certas épocas se intensifica mais, e que teve grande mudança no cenário da nossahistoria recente, com dois acontecimentos: o continente americano quase inteiro tornou-se democrático e uma parte da Europa era democrática, e depois a Europa de Leste se democratizou.
Quando se comenta na ideia de uma exaustão da participação política pública, menciona-se algo que pode ir além da ação política privada. No entanto, temos o que possamos chamar de utopia, ou seja, para que eu não...
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