Fichamento do livro essa escola chamada vida

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS
Pedagogia
1° Período- Noite
Disciplina: Laboratório de Práticas Pedagógicas
Professor: César Azevedo Carneiro
Aluna: Fabiola Nádia do Carmo
21/10/2011

Fichamento do livro Essa Escola Chamada Vida

FREIRE, Paulo; BETTTO, Frei. Essa Escola Chamada Vida: Depoimentos ao repórter Ricardo Kotscho. 14 ed. São Paulo: Editora Ática, 2009. 95 p. (EducaçãoEm Ação).

1. Fazendo e Aprendendo a Ensinar
2.1. Paulo Freire nasceu em Pernambuco em 1921, e sem perceber, durante a adolescência, já se preparava para atuar na Educação Popular.
2.2.1. Paulo adquiriu experiência convivendo com meninos camponeses, urbanos, filhos de operários, meninos moradores de córregos e morros.
2.2.2. O primeiro trabalho de Paulo foi em1933 no SESI (Serviço Social da Indústria) dirigindo o setor de Educação de escolas primárias.
2.2.3. No SESI, Paulo aprendeu a dialogar com a classe trabalhadora e compreender os pensamentos e a linguagem desta.
2.2.4. Paulo coordenava o trabalho dos professores discutindo conceitos sobre a relação autoridade-liberdade ressaltando o Código Ético da Criança.2.2.5. Durante seus trabalhos, Paulo obteve resposta de perguntas que vinha se fazendo ao longo de sua experiência no SESI.
2.2.6. Na Europa, no exílio, Paulo chega á conclusão de que a educação é política, por haver natureza no ato educativo.
2.2. Frei Betto é um frade Mineiro que se dedica á educação apesar de não ter vivido boas experiências como aluno.
2.3.7.Como militante da JEC (Juventude Estudantil Católica), Betto teve sua primeira experiência como educador, o objetivo era alfabetizar crianças.
2.3.8. Betto e os Militantes conseguiram bons resultados usando a alfabetização como forma de catequese.
2.3.9. Frei Betto em 1962, ao ser nomeado dirigente nacional da JEC, se transferiu para o Rio de Janeiro passando a viver por contada Ação Católica.
2.3.10. O primeiro contato de Betto no trabalho de alfabetização na Fábrica Nacional de Motores em Petrópolis, lhe impressionou.
2.3.11. O processo educativo na fábrica tratou de temas como: Conceito de classes, mais-valia, apropriação dentro do contexto capitalista.
2.3.12. O trabalho de alfabetização despertou nos operários a crítica sobre odesenvolvimento capitalista e as condições sócio-econômicas do povo.
2.3.13. Betto se diz educador e se propôs a um dever.
2.3.14.1. “Jamais dizer algo aos educandos sem a certeza de que estão entendendo.” (FREI BETTO, pg. 31).
2. As lições do exílio e da prisão.
3.3. A ditadura militar de 64 marcou a vida de Frei Betto com a prisão e de Paulo Freire com o exílio.3.4. Para Betto a prisão foi uma escola em sua vida, viveu como preso político e também permaneceu no regime de preso comum.
3.5. Como preso político Betto se dedicava á discussões de avaliação e autocrítica do processo em que vivia.
3.6. Betto para não ficar louco ou passar a impressão de tristeza, fazia ginástica, cantava, treinava suas aulas, controlando a mente.3.7. No processo de autocrítica, Betto concluiu que tinha tudo (ideal, coragem, sabedoria) menos o povo, por não possuir raízes populares.
3.8. Por ter a pretensão de acertar sem o povo no passado, Betto hoje prefere correr o risco de errar junto ao povo.
3.9. Betto junto a outros companheiros de prisão trabalharia para outros presos, mesmo que houvesse sacrifícios, manteria amesma atitude.
3.10. Os “círculos bíblicos” formados por Betto tinham o objetivo de ajudar os presos a lerem a bíblia a partir dos contextos em que se encontravam.
3.11. A bíblia, para Betto é um texto que permite interpretações diferentes em cada contexto em que é lido.
3.12. Betto Projetou o teatro, um processo pedagógico que objetivava a libertação do sofrimento...
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