Fichamento do capitulo 6 e 7 de filosofia da educação

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FACULDADE SERRAVIX
LICENCIATURA EM LETRAS

RÔMULO SALLES ALVARENGA

FICHAMENTO



SERRA
2013
RÔMULO SALLES ALVARENGA

FICHAMENTO

Trabalho apresentado à disciplina de Filosofia da Educação do Curso de Letras da Faculdade Serravix – Serra – Espírito Santo, como requisito para avaliação.
Professor: Paulo

VITÓRIA
2013
Aranha, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da Educação -3ª Edição Revista e Ampliada. Rio de Janeiro: Moderna, 2006.
EDUCAÇÃO INFORMAL E NÃO-FORMAL
1. Distinções preliminares
A educação informal.
“A educação informal, realizada na família, como primeiro e privilegiado espaço de transmissão da cultura, também se estende no convívio com os amigos, nas atividades de trabalho e de lazer ( clube, teatro, museu, locais de encontro), nos veículos deinformação e entretenimento, como rádio, tevê, jornais, revistas, livros, internet ( seja para acessar noticias e informações diversas, seja para conversar com amigos e desconhecidos no mundo inteiro)”. (p. 93).
“Em boa parte desse processo informal de aprendizagem não se sabe claramente o que estamos aprendendo”. (p. 94).
“Variam também os modos de transmissão dos comportamentos. Além daimitação, às vezes os modelos são impostos por meio de sanções familiares ou pela legislação; podem resultar de pressão psicológica, como a exercida pela religião, pela moral ou até pela moda; são ainda veiculados pelos meios de comunicação”. (p. 94).
“[...] não basta um pai teorizar sobre o valor da atenção e da amizade, do respeito ao próximo, se estaciona o carro em fila dupla, paga mal aos empregadosou não assume seus compromissos”. (p. 94).
“[...] Prega-se a solidariedade, ao mesmo tempo que ensina, pelo comportamento, que só sobrevive quem aceita a competição sem escrúpulos”. p. 94”.
“Por isso a educação informal caracteriza-se por não ser intencional ou organizada, mas casual e empírica, exercida a partir das vivencias, de modo espontâneo”. .p.94)
Educação não-formal.
“Na educaçãonão-formal os modelos de aprendizagem não se confundem com a educação formal, que é oficial e deve cumprir exigências legais, mas dela se aproximam pela intenção implícita de educar, muitas vezes usando recursos metodológicos para sua realização”. (p. 94)
“Resultam, por exemplo, da iniciativa de grupos que se empenham na alfabetização de adultos, de empresas que oferecem cursos de aperfeiçoamento dehabilidades para seus empregados, de igrejas que reúnem fieis para o ensino de religião [...]”.
“Vale destacar o esforço de organizações não-governamentais (ONGs – Ver dropes 1) que se ocupam dos mais diversos objetivos (aprendizagem de musica, dança, artesanato, teatro etc.). Elas atuam também no atendimento de criança de rua, de jovens drogados, na divulgação dos programas de direitos humanos,de ecologia, de prevenção de doenças e em inúmeros campos”.( p. 95)
“Segundo a professora Maria da Glória Gohn, “um dos supostos básicos da educação não-formal é o de que a aprendizagem se dá por meio da prática social. É a experiência das pessoas em trabalhos coletivos que gera um aprendizado. A produção de conhecimento ocorre não pela absorção de conteúdos previamente sistematizados,objetivando ser aprendidos, mas o conhecimento é gerado por meio da ivencia de certas situações-problema. [...] A maior importância da educação não-formal está na possibilidade de criação de novos conhecimentos, ou seja, a criatividade humana passa pela educação não-formal. O agir comunicativo dos indivíduos, voltado para o entendimento dos fatos e fenômenos sociais cotidianos, baseia-se em convicçõespráticas, muitas delas advindas da moral, elaboradas a partir das experiências anteriores, segundo as tradições culturais e as condições histórico-sociais de determinado tempo e lugar. O conjunto desses elementos fornece o amálgama para a geração de soluções novas, construídas em face dos problemas que o dia-a-dia coloca nas ações dos homens e das mulheres”. (p.95).
2. Família e infância...
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