Fichamento de psicologia

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  • Publicado : 30 de novembro de 2011
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Fichamento de Psicologia – livro “A construção do eu na modernidade”

Cap. 1 Desde que o homem pensa, ele pensa sobre si mesmo. Mas apenas a partir do século XIX surjiram projetos de se realizar uma ciência da mente. A psicologia é composta por inúmeras teorias diferentes. Houve duas rpé-condições para o surgimento da psicologia como ciência, o surgimento de uma noção clara de subjetividadeprivada (os indivíduos são pessoas livres e dono do seu destino) e a concepção de sujeito teria entrado em crise (sujeito com crise de identidadade). A subjetividade privada surge no início da modernindade (Renascimento). A afirmação do sujeito atingirá seu ápice no século XVII, iniciando ai uma crise que se extenderá até o séc. XIX, onde surgirá o começo da psicologia.

Cap. 2 O homemcontemporâneo tem uma necessidade imensa da sua privacidade. Um “tempo para si”. Surgem até idéias de que o homem é muito individualista, quando divergem suas opiniões pessoais com as do coletivo, quando sentem solidão, etc. O homem é o átomo da sociedade. O sujeito isolado é a unidade básica de valor e referência de tudo. Mas nem sempre o pensamento humano foi desta forma. Desde a Grécia antiga, ja épossível encontrar características do humanismo, mas acrredita-se que ele só tenha tomado a forma que tem hoje no Renascimento. Charles Taylor explica em Santo Agostinho a origem da interioridade, uma vez que este afirma que Deus está, não no corpo, mas na alma de cada um. Em um olhar, uma luz, e deve ser buscado no interior de cada indivíduo. No Renascimento, a possibilidade de crença na liberdadehumana é muito restrita. Não há privacidade. Pecar em pensamento ja é pecar. O próprio canto gregoriano é uma forma de afirmar a todos a necessidade de um centro, no cado Deus. Em tal universo, não faz sentido pensar que uma pessoa teria a liberdade de optar pelos rumos de sua vida.

Cap. 3 A queda do mundo dos feudos e a diminuição do poder da igreja levaram o homem renascentista a ter umaliberdade desconhecida. O homem que antes tinha todas as respostas dadas por autoridades agora tem que descobrir sozinho suas próprias respostas. Não é que necessariamente o homem tenha se tornado ateu, mas Deus parece ter se afastado para o céu. Até nas artes é notória tal mudança. O homem passa a ser não mais um instrumento divino que apenas reproduz a obra, mas sim um artista. Passa a assinar seusquadros e a mão que os desenvolve passa a ser importante. Surgem assim artistas e pensadores como da Vinci e Michelangelo. Assim, Deus passa a ser visto apenas como o criador e o juízo. O antes e o depois, que paira sobre nós. Com tal liberdade, surge a lei do homem, uma vez que ele deve se organizar livremente em sociedade agora. A colocação do homem no centro do mundo nos traz ainda a idéia de quetodas as coisas existem para sua contemplação e uso. O homem julga-se Deus e as coisas (inclusive o corpo humano) serão tomadas como objetos.

Cap. 4 A multiplicidade é uma forte característica renascentista. Com a abertura do mundo, esta liberdade trouxe novas culturas, línguas, costumes e crenças. Tornam-se então muito comuns as feiras de rua, onde produtos e culturas diversas são trocadosentre as pessoas. Diante de outras verdades, trazidas por diferentes culturas, o homem ocidental tem como saída duas atitudes. A primeira trata-se de opor-se ao pensamento contrário, como se o que é diferente fosse errado. Tal pensamento fez com que certas pessoas passassem a catequizar indivíduos de culturas distintas. Ex: a conquista das américas, onde inúmeras culturas foram exterminadas. Asegunda seria questionar o seu próprio pensamento e deixar de te-lo como verdade absoluta. Esta caracteriza bastante o pensamento renascentista. Há também, na cultura renascentista, uma valorização da cultura greco-romana, onde as obras de arte e formas diversas de expressão são tomadas pelo riso e toda forma de prazer corporal.

Cap. 7 O discurso do método - É um livro de descartes. Seguiremos...
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