Fichamento de claudio costa

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COSTA, Claudio. Filosofia da mente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. (Coleção Passo-a-Passo; 52).
Introdução
“O progresso é tão grande que nos arriscamos, quando à esteira dos acontecimentos, a acreditar que estamos na frente por não conseguirmos ver mais nada adiante.” (p.7)
“A filosofia da mente consiste em reflexões conjecturais acerca de estados (eventos, processos, disposições)mentais, que em conjunto constituem o que chamamos de mente”. (p. 8, grifo do autor)
“[...] à filosofia da mente escolhi (o autor) expor e discutir muito brevemente quatro problemas de maior interesse: a consciência, a relação mente-corpo , a identidade pessoal e a natureza da ação”. (p.9, grifo nosso)

O que é consciência?
“[...] consciência é a experiência integrada que a mente tem da realidadeexterna e interna” (p.10, grifo do autor)
“[...] não há consciência sem experiência”. (p.10)
“Duas modalidades de consciência. Quando usamos os nossos sentidos [...], estamos tendo consciência perceptual”. (p.10, grifo do autor)
“A modalidade perceptual de consciência pode ser definida como a experiência que a mente tem da realidade externa, ou seja, do mundo circundante e dos nossos corpos”.(p.11, grifo do autor)
“A consciência introspectiva, por sua vez, é reflexão, autoconsciência. Ela pode ser definida como a experiência que a mente tem da realidade interna, ou seja, dos seus próprios estados mentais, tal como eles realmente são”. (p.11, grifo do autor)
“O problema mais discutido em filosofia da mente é o da relação mente-corpo, da natureza do mental e sua relação com o corpo, ouseja, com o cérebro”. (p.15)

O problema mente-corpo
“O dualismo cartesiano. Há dois principais tipos de solução para o problema da relação mente-corpo: dualismo e fisicalismo”. (p.16, grifo do autor)
“O dualismo afirma que a mente é distinta e independente do corpo material, enquanto o fisicalismo (ou materialismo) afirma que a mente é ela própria material, quando não lhe nega a existência”.(p.16)
“[...] devem existir duas substancias: a material –- res extensa — cujo atributo essencial é a extensão, e a mente ou substancia pensante --- res cogitans --- cujo atributo essencial é o pensar e que , no caso humano , a religião chama de alma”.(p. 17)
“Há uma variedade de objeções feitas ao dualismo interacionista proposto por Descartes[...] a maior delas[...] a princesa Elisabeth daBoêmia[...] em carta [...]pergunta:’Como pode a alma do homem, sendo apenas uma substancia pensante, determinar os seus espíritos corporais de maneira a realizar ações voluntárias?’
“A única resposta que Descartes foi capaz de dar é que certas coisas precisam ser aceitas como mistério”. (p.18)
“O behaviorismo analítico [surge da] discussão contemporânea do problema mente-corpo nasceu de umainfluente reação contra a tradição dualista [...]”. (p.18, grifo do autor)
“A idéia básica do behaviorismo analítico era a de que o mental, entendido como um conjunto de entidades subjetivas e privadas, ou não existe ou não desempenha papel algum”. (p.19)
“Uma objeção importante é a de que o behaviorismo analítico é circular no sentido de que a analise comportamental de um estado mental acabasempre por recorrer a outros estados mentais, os quais por sua vez exigem novas analises comportamentais e assim indefinidamente”. (p.20)
“Teoria da identidade [...] a idéia é muito simples e um tanto obvia: [...] estados [...] mentais [...] são a mesma coisa que [...] estados [...] cerebrais”. (p.23)
“Há uma variedade de objeções [...] contra a teoria da identidade mas duas [...] foram decisivaspara o seu abandono[...]a primeira[...] parte da consideração de que o mental possui um resíduo irredutível ao material,[...] chamados qualia – qualidades fenomenais privadas e diretamente experienciadas de eventos mentais como sensações, emoções e imagens mentais”.(p.25)
“A segunda e mais poderosa [...] é a da múltipla realizabilidade. Estados mentais não podem ser univocamente identificados a...
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