Fichamento de aprender e brincar

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  • Publicado : 25 de maio de 2011
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MOYLES, Janet R. A excelência do brincar. Tradução: Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artmed, 2006.

“A excelência do brincar”. Janet R. Moyles é professora titular de educação na Universidade de Leicester, onde é responsável pela educação inicial e pela formação de professores de educação infantil. É a organizadora da presente obra. Este livro está dividido emquatro partes ao longo de 15 capítulos. Encontramos ainda, introdução e posfácio, elaborados pela própria organizadora.

Este livro reúne os principais especialistas mundiais nesse tema, mostrando como conceitualizam o brincar, como o "colocam" na sala de aula, como o relacionam ao currículo e como avaliam o seu papel na aprendizagem durante os primeiros anos.

Na introdução (p.11 a 21) a autora informa que o livro tem como principal objetivo gerar e estimular novos pensamentos e animar o debate sobre questões relativas a aprendizagem e o brincar, o currículo nacional e a relação com o brincar na educação infantil.
Ainda na introdução, destaca que o livro se destina a profissionais que trabalham com crianças de 03 a 08 anos de idade.Também destaca umataxionomia do brincar infantil.
A parte I apresenta quatro capítulos e se intitula: A cultura do brincar e a infância. O capítulo 1 - O brincar e os usos do brincar, de autoria de Peter K. Smith; destaca a concepção de Zona de Desenvolvimento Proximal e argumenta que o adulto desempenha um papel chave como auxiliar da aprendizagem infantil.
Afirma que “As idéias de Vygotsky eBruner são valiosas para o educador que trabalha com educação infantil, ao indicar como os adultos podem, de modo muito efetivo, intensificar e apoiar o brincar e o desenvolvimento da criança”, (p.38).
No capítulo 2 – O brincar em diferentes culturas e em diferentes infâncias, Audrey Curtis enfatiza que são muitas e variadas as concepções do brincar, mas a maioria inclui a idéia do brincarcomo experiência prazerosa, que não tem um produto final e é intrinsecamente motivada. Conclui que, apesar do brincar como atividade na infância ser aceito em todas as sociedades, sua importância não é reconhecida na mesma extensão no mundo todo.
Gênero é a temática do capítulo 3, Jane Hislam apresenta “Experiências do brincar diferenciadas pelo sexo e pelas escolhas das crianças”.Aponta a necessidade dos educadores refletirem sobre: envolver a criança na escolha, na discussão e no planejamento do brincar; compreender que nem sempre a brincadeira acontece no canto destinado ao faz de conta; aceitar que os adultos precisam reconhecer e participar do brincar infantil; ouvir e observar cuidadosamente.
David Brown é o autor do capítulo 4 – “O brincar, o pátio derecreio e a cultura da infância”. Ele examina detalhadamente as maneiras como os espaços para brincar nas escolas são utilizados pelas crianças para criar um tipo muito diferente do mundo de brincar “para além da porta da sala de aula”. Conclui que o pátio de recreio oferece um ambiente para um fórum cultural dentro do qual as crianças podem criar e recriar significado a partir da soma de suasexperiências.
A parte II, do capítulo 05 ao 08, tem como temática o brincar, a escolarização e as responsabilidades.
Ângela Anning autora do capítulo 5 –(“O brincar e o currículo oficial”. De volta ao básico: uma visão alternativa). Neste capítulo a autora enfatiza que as crianças estão no âmago do currículo e que oportunidades holísticas baseadas no brincar devem ser centrais naaprendizagem e no ensino da primeira infância.
Conclui a autora, “Seria uma grande realização educar crianças pequenas para que se tornassem adultos com esse senso de curiosidade e divertimento.” (p.93).
A experiência de sala de aula não precisa ser aversiva, monótona ou chata.
No capítulo 06, Lesley Abbott, nos brinda com “Brincar é bom!”. Desenvolvendo o...
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