Fichamento capitulo 6 e 7 com parecer critico filosofia da educação aranha, maria lucia de arruda

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Fichamento capítulo 6; Educação Informal e não formal.

[...] Em boa parte desse processo informal de aprendizagem não se perceber claramente o que estamos ‘’aprendendo’’[p.94].
[...] Por isso educação informal caracteriza-se por não ser intencional ou organizada, mas casual e empírica, exercida a parti das vivências, de modo espontâneo [p.94].
[...] Na educação não formal os modelos deaprendizagem não se confundem com a educação formal, que é oficial e deve se cumpri exigências legais, mas dele se aproximam pela intenção explícita de educar, muitas vezes usando recursos metodológicos para sua realização [p.94].
[...] Vale destacar o esforço de organizações não governamentais: 1)que se ocupam dos mais diversos objetivos (aprendizagem de musica dança artesanato, teatro etc.). Elasatuam também no atendimento de crianças de rua, de jovens drogados, na divulgação de programas de direitos humanos, de ecologia, de prevenção de doenças e em inúmeros outros campos [p.95].
[...] A produção de conhecimento ocorre não pela absorção de conteúdos previamente sistematizados, objetivando ser aprendidos, mas conhecimento é gerado por meio da vivência de certas situações-problema [p.95].[...] A maior importância da educação não formal está na possibilidade de criação de novo conhecimento. Ou seja, a criatividade humana passa pela educação não formal [p.95].
[...] O conjunto desses elementos fornece o amálgama para a geração de soluções novas, construídas em face dos problemas que o dia-a-dia coloca nas ações dos homens e das mulheres [p.95].
[...] Justamente devido a essainfluencia múltipla é que as teorias pedagógicas precisam examinar que tipo de educação quer oferecer e ser ela este serviço da humanização. O interesse pelo tema família e infância e suas e suas transformações e relativamente recente. [p.95].
[...] A família é uma instância importante no processo de sociabilização, bem como no desenvolvimento da subjetividade autônoma, ensinando informalmente o queas crianças devem fazer, dizer ou pensar [p.96].
[...] A educação dada pela família fornece o solo a parti do qual o individuo pode agir até para, em ultima instância, rebelar-se contra os valores recebidos: contra esses valores, mas sempre a parti deles [p.96].
[...] Portanto, a família constitui local privilegiado para o desenvolvimento humano. Do ponto de vista biológico, o ser humano é omais frágil dos animais e não sobrevive sozinho; psicologicamente, são importantes as relações afetivas para sua saúde mental, socialmente, a presença de adultos confiáveis e o exercício das autoridades asseguram a solidariedade necessária para o convívio democrático [p.96].
[...] Se nenhuma civilização é possível enquanto o individuo permanece abandonado aos seus impulsos mais primários, a culturae família surgem, portanto da aprendizagem do controle de desejo [p.96].
[...] O ser humano está sempre tensionado entre os limites da individualidade e da sociabilidade, dois polos contraditórios e, no entanto, indissoluvelmente ligados é impossível. É impossível pensa-lo como ser solidário: ele é humano na medida em que convive. Por outro lado, se estiver mergulhando na comunidade de formaindistinta, perde sua originalidade fundamental e se massifica [p.96].
[...] Nesse sentindo, os verdadeiros pais são aqueles que desde logo se permitem começar a morrer, ou seja, morrer como pais [p.97].
[...] Nas sociedades em que a família é extensa e se fecha no culto a seus deuses e na produção autossuficiente para sobrevivências, suas funções são inúmeras: não só reprodução fisiológica, mastambém a preservação dos costumes e valores do patrimônio, da religião, o culto dos antepassados, o cuidados com os velhos e os deficientes, a produção artesanal de roupa e utensílios, o plantio, a colheita, bem como profissionalização dos homens [p.97].
[...] É preciso imaginar o que era então a casa de um cavaleiro, reunindo numa mesma corte, dez, vintes senhores, dois ou três casais com...
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