Ficha de leitura

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 FICHA DE LEITURA – 2013
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B – Livro: BRIGAGÃO, Clóvis; RODRIGUES, Gilberto M.A. “Globalização a olho nu:
O mundo conectado” 2 e.d. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p.

C – Escrito por Clóvis Brigagão e Gilberto M.A Rodrigues, “Globalização a olho nu: O mundo conectado”apresenta todas as fases da globalização, explicando cada uma delas de forma clara. Os principais temas abordados são a Soberania Nacional, o Estado-nação e a troca de comunicação e informação. Os direitos humanos, os problemas econômicos e o terrorismo globalizado não ficam para trás dos principais assuntos abordados pelos escritores.
A globalização expressa formas de vida, valores,opiniões, pensamentos, ideias, teorias, ideologias sobre o que chamaríamos de política global. Com isso, temos a ideia de sermos globais por estarmos integrados num sistema mundial aonde cada identidade pode se expressar e interagir com outras identidades. Este é um fenômeno de amplitude inigualável. Se formos analisar filosoficamente, a globalização pode ser descrita como um processo de mistura deideias, valores, condutas e diversidades culturais, formas de produção e de trocas comerciais, pesquisa & desenvolvimento nas áreas científica e tecnológica, etc.
Compara com um prisma, de um lado a globalização nos introduz há dois fatos novos: a mais completa extensão e alcance geográfico territorial do planeta e o aprofundamento e intensidade de vínculos, associações e interconexõesmúltiplas entre Estados e governos, entre público e privado, e entre as sociedades que conformam o sistema mundial. Do outro lado do prisma, há o aumento de grau e a mudança da produção industrial e das finanças, das trocas comerciais e dos serviços de intercâmbios culturais e das redes de comunicação e informatização, através da interação de ampla gama de temas globais, os quais cada vez maispassam a fazer parte do cotidiano.
Este processo tem como base pelo menos três grandes dimensões econômicas: a comercial com a Organização Mundial do Comércio (OMC); a transnacionalização dos investimentos, com empresas operando globalmente; a gigantesca explosão nas transações financeiras e cambiais, com a liberalização dos mercados e os avanços tecnológicos em áreas da computação e dastelecomunicações. O processo cada vez mais intenso, acelera formas mais flexíveis de produção industrial e de meios de transporte, novas redes de interconexões entre finanças e informatização eletrônica, nova organização mundial do comércio, reformas do Estado, das burocracias internacionais e das empresas, o que acaba ferindo o alicerce dos Estados: a sua soberania.
A globalização ignora asfronteiras nacionais, desrespeitando os limites seculares do Estado, podemos pensar que o Estado-nação e a sua base, a soberania nacional, perderiam com a globalização. A perda de poder do Estado seria estrutural porque afetaria as próprias bases em que ele está assentado: uma identidade nacional fechada em fronteiras territoriais com leis que valem somente para quem está dentro, com alfândega,aduanas, cancelas, marcos, patrulhas, postos militares que não impedem os fluxos que canalizam a globalização. Essa nova realidade, esse ambiente da globalização, é um desafio para os governos de todos os países, desenvolvidos e em desenvolvimento. O Estado está num beco sem saída: se está aberto á globalização, perde poder. Se quer se fechar, perde também porque se desconecta ou pode serdesconectado do sistema planetário que é tecido pela globalização.
Outros assuntos retratados no livro que são de grande repercussão na atualidade são: os direitos humanos que se tornaram um tema mais difundido e aceito entre povos, nações e Estados do planeta, gerando fortes consequências políticas, econômicas e culturais nas relações internacionais; a democracia, que anda numa corda...
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