Ficha de leitura

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  • Publicado : 10 de dezembro de 2012
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Ficha de Leitura
Título da Obra: Pequena história da desinformação – do cavalo de Tróia à Internet Título dos capítulos lidos: O que não é desinformação; A boca à orelha Autor: Vladimir Volkoff Local onde se encontra: Biblioteca da FEUC Data: Outubro de 2000 Edição: 1ª edição Editora e Local de Edição: Editorial Notícias, Lisboa Cota: 316.7 VOL Nº de páginas: 19-46 Assunto: DesinformaçãoPalavras-chave: desinformação; informação; propaganda; publicidade; intoxicação;
manipulação.

Data de Leitura: Outubro de 2012 Área ciêntifica: Sociologia Sub-área ciêntifica: Sociologia da informação Observações: Vladimir Volkoff (nascido a 7 de Novembro de 1932 em Paris, faleceu em 14 de
Setembro de 2005 em Bourdeilles) foi um escritor francês de descendência russa. Licenciado em LiteraturaClássica pela Sorbonne em Paris, é um escritor que domina o tema aqui tratado, uma vez que publicou outras obras sobre o mesmo, por exemplo “La désinformation: Arme de guerre”.

Resumo
Nos capítulos que li o autor fala-nos sobre a desinformaçao, no primeiro, intitulado O que não é desinformação, o autor dá-nos exemplos do que não é desinformação, explicando os vários, são eles a propaganda, apublicidade e a intoxicação. No segundo capítulo, A boca à orelha, o autor fala-nos da troca de mensagens e como isso leva à desinformação, utilizando o mito do cavalo de Tróia como exemplo, o general chinês Sun Tzu com o seu livro A Arte da Guerra, o esquino e ainda as tentações da Igreja.

Estrutura
No primeiro capítulo que li O que não é desinformação, segundo capítulo da obra, o autor começapor nos esclarecer de que “Um facto não é uma informação.” (Volkoff, O que não é desinformação 2000), e daí começa por nos explicar o que é uma informação e o que é que a mesma implica. Segundo o autor, a informação implica a existência de três variáveis no entanto, estas não terão de ser necessariamente fiéis, são elas: o informador, o canal de comunicação e o informado. Apresentada, explicada eexemplificada cada uma das variáveis o autor ainda acrescenta que “a informação nunca tem 100% de verdade.”, “a objectividade não só não existe em matéria de informação, como qualquer pretensão à objectividade deve ser encarada como suspeita.”, “é natural que cada testemunha tenha a sua própria impressão sobre o acontecimento a que assistiu.” (Volkoff, O que não é desinformação 2000), posto isto,o autor ainda acrescenta que a informação só será objectiva se tiver carácter científico. De seguida o autor apresenta uma noção de informação, começando por descredibilizar esta “Sabe-se que a informação é, por natureza, uma mercadoria adulterada.” (Volkoff, O que não é desinformação 2000). Nesta apresentação de noção de informação o autor ainda faz referências à origem da palavradesinformação. Finalmente chegam os exemplos de o que não é desinformação. São três exemplos: a propaganda, a publicidade e a intoxicação. Na propaganda o autor diz que “Uma característica principal da propaganda é fingir que procura convencer a nossa inteligência, mas na realidade atinge a eficácia máxima quando se dirige às nossas faculdades mais irracionais.” (Volkoff, O que não é desinformação 2000), econclui com “(…) a propaganda mesmo falaciosa, não é desinformação.” (Volkoff, O que não é desinformação 2000). Na publicidade verificamos algumas semelhanças com a propaganda, pois transmite-se a um público, tão vasto quanto possível, uma mensagem cuja veracidade não é o elemento essencial pois o objectivo não é informar mas sim influenciar, a diferença está em que a publicidade se limita a, porexemplo, “elogiar” um produto, e jamais a fazer alusões indelicadas a produtos concorrentes, o que na política poderá acontecer por intermédio da propaganda, e é esta a principal diferença entre as duas. Mais uma vez o autor conclui afirmando que a publicidade não é desinformação, apesar de muitas vezes ser falaciosa. Por último temos a intoxicação. “A intoxicação visa o adversário. Consiste em...
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