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Capitulo 1

No capitulo um Fernando Savater faz-nos uma pequena introdução ao que é a
Ética, por palavras suas a ética é aquilo que nos convém.
Neste capitulo também é-nos contada a historia de Heitor e esta é comparada
á historia das térmitas. As térmitas são seres da natureza que estão
programados para defender os seus grandes formigueiros e a protege-los
mesmo que para isso tenham demorrer. A elas não lhes importa, pois esta foi
a função pela qual nasceram, para proteger o seu formigueiro. Do outro lado
temos a historia de Heitor, o melhor guerreiro de Troia, que tenta combater com
Aquiles, mesmo sabendo que este é mais forte do que ele e provavelmente
Heitor vá perder a sua vida. Heitor escolheu o que fez, ao contrario das
térmitas ele não tinha sido programado paravencer Aquiles( proteger a
cidade), ele teve varias hipóteses e escolheu a que quis. Por isto dizemos que
Heitor foi( se realmente existiu, duvida que hoje existe) um homem corajoso e
valente, pois mesmo tendo a fuga como hipótese ele escolheu ficar. Heitor
lutou porque quis, ao contrario das térmitas, que lutam porque têm de o fazer.
É esta a grande diferença entre Heitor e as térmitas, Heitorera um homem livre
e escolheu lutar, razão pela qual o seu acto tenha mérito. Este mérito também
é dado porque a acção de Heitor (agente) tinha uma intenção, um motivo e foi
livre de escolher (tinha livre arbítrio).
Neste capítulo também nos é dada a ideia de que somos livres, podemos
escolher o que quise<rmos mas não somos omnipotentes, isto é, não podemos
fazer tudo o que quisermos.Savater explica que também não somos livres de
que nos aconteçam certas coisas, como ficar constipados, não somos livres de
escolher o que nos acontece mas somos livres de actuar como escolhermos ao
que nos acontece.

Capitulo 2

Neste capitulo depois de muitos exemplos o autor dá-nos a definição de
motivo, para ele motivo é a razão que se tem para fazer alguma coisa, o que
nos leva a fazeralgo e por isso a explicação mais lógica para que o fizemos ( o
acto). Aqui explica-nos a diferença entre três tipos de motivos, as ordens, os
costumes e os caprichos. Ordens são o que somos levados a fazer . Os
costumes são repetições de actos que fazemos quase sem pensar, são
hábitos, coisas que fazemos repetidamente e não nos questionamos sobre
elas. Quando acordamos não nos questionamosporque nos vestimos de certa
maneira ou porque não fazemos a cama de manha, são hábitos, costumes,
repetições de actos.

Chegando agora ao ultimo dos três motivos que neste livro são abrangidos, os
caprichos. Estes são vindos do nosso interior, ou seja, somos nos que
escolhemos os nossos caprichos, ninguém manda nos nossos caprichos, são
espontâneos, e só dependem de nos. Não nos ordenam a terdeterminado
capricho. Em breve síntese consegue-se distinguir os três tipos de motivos.
Fomos obrigados a fazer tal coisa -> Ordem

É hábito fazer tal coisa -> Costume

Deu-nos a vontade de fazer tal coisa -> Capricho

Capitulo 3

Neste capítulo o autor ensina-nos como que a decidir, a decidir por nos
próprios. A pensar no que anteriormente nos disse, o porque fazemos talcoisa.
Uma ordem mesmo sendo uma ordem pode não ser cumprida, isto é, somos
livres de cumprir ou não tal ordem, poderão haver consequências mas somos
livres. Um costume só por ser costume também não precisa necessariamente
de ser sempre cumprido. Temos a liberdade de parar com a rotina, se vamos
sempre pelo mesmo caminho e pisamos sempre a mesma poça só porque é
costume podemos perfeitamenteparar com esse costume. Somos livres e
podemos ir por outro caminho, criar novos costumes que nos convenham mais,
voltando novamente a definição de ética de Savater. Um capricho pode
também ser facilmente ignorado, se nos der o capricho de atirar-nos de um 5º
andar este capricho, se quisermos ter uma longa e boa vida, pode não ser um
capricho conveniente, logo pode ser ignorado e substituído...
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