Farmacologia

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  • Publicado : 13 de março de 2012
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1. Introdução

O envelhecimento populacional é uma realidade do nosso século no mundo inteiro, e acontece como um processo dinâmico caracterizado pela queda da taxa de fertilidade associada à redução na taxa de mortalidade.
Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a faixa etária com maior crescimento na maioria dos países em desenvolvimento, é aacima de 60 anos. No Brasil, as projeções indicam que a proporção de idosos passará de 8,6 % em 2000 para quase 15% em 2020. Em termos absolutos seremos, em 2025, a sexta população de idosos no mundo, isto é, com mais de 32 milhões de pessoas acima de 60 anos. Além disso, a proporção de pessoas com mais de 80 anos também apresenta um aumento significativo.
Embora cada vez mais observemos umenvelhecimento ativo, é inegável que o processo de envelhecimento biológico traz o desenvolvimento de múltiplas doenças crônicas muitas vezes associadas, com elevada co-morbilidade e a inevitável necessidade de polifarmacia, que aumenta o risco de interações medicamentosas e a maior probabilidade de efeitos adversos.
Por isso, reconhecer o envelhecimento como um processo contínuo, que geradiversas modificações na qualidade de vida do idoso e intervir de forma segura na promoção da saúde e prevenção dos agravos dessa população, constituem um desafio para todos os profissionais de saúde














2. Objetivo


Estudar o caso clínico proposto, identificando os principais problemas enfrentados pelos portadores de múltiplas patologias associadas, que fazem uso depolifarmácia.
































3. Metodologia

Este estudo de caso foi fundamentado no levantamento bibliográfico e de artigos científicos, utilizando os descritores: Idoso, Doenças do, e realizado na base de dados: BIREME (2005-2010).






































4. Investigação de Enfermagem4.1 Identificação do Paciente

GA, Sexo Feminino, 94 anos e 9 meses, paulistana, professora, viúva com 2 filhas, residente um instituição de longa permanência há 10 anos, sem visitas. Não contribui com histórico social ou

4.2. História do paciente

Paciente apresenta Alzheimer, ITU, disfagia orofarígena neurogenica. Gastrostomia endoscópica pericutânea há 4 anos.Retornou á ILP após internação hospitalar devido BCP broncoaspirativa.

4.3 Medicações Em Uso:

4.3.1 Lorazepam
Dose Prescrita e Utilizada: 2mg -1 comprimido – 1x dia
O Lorazepam é um benzodiazepínico, apresentado em comprimidos de 1 ou 2 mg, que age como ansiolítico, através da interação com o complexo receptor de benzodiazepínicos-ácido gama-aminobutírico (GABA) e aumenta aafinidade pelo mesmo. (falta completar com dados da farmacocinetica)
Possui propriedades anticonvulsionantes, antimorfina e antitremor, por isso foi indicado nesse caso para o alívio de sintomas da ansiedade e depressão, sintomas derivados da doença de Alzheimer.
Entre as reações adversas conhecidas e potencialmente problemáticas que devem ser monitoradas nesse caso estão: retençãourinária, que pode favorecer as ITUs, piora de tremores e apatia, causados pela doença de Alzheimer e edema, que pode surgir pela imobilidade. Além dessas, pode haver depressão dos sinais vitais, sendo portanto recomendada a monitorização durante o uso.
Interação Medicamentosa: Não há.
(AMA, pág. 380)

4.3.2 AAS 100mg

Dose Prescrita: 2 comprimidos – 1x ao dia - após almoçoO ácido acetilsalicílico pertence ao grupo de fármacos antiinflamatórios não-esteróides, e possui propriedades analgésicas, antipiréticas e antiinflamatórias.
É apresentado em comprimidos de 81 mg, 85 mg, 100 mg, 325 mg ou 500 mg, e sua administração é feita por VO, preferencialmente após as refeições.

Foi indicado para a prevenção de trombose venosa e embolia pulmonar...
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