Falta de etica profissional

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Grupo Botrópico: apresentam cabeça triangular, fosseta loreal, cauda lisa e presa inoculadora de veneno.
Serpentes do Grupo Botrópico de importância médica
NOME CIENTÍFICO | NOMES POPULARES | DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA |
B. alternatus (1) | UrutuUrutu-cruzeiraCruzeira | RS, SC, PR, SP, MS e MG |
B. atrox (2) | SurucucuranaJararaca-do-norteCombóiaJararaca-do-rabo-branco | AC, AM, RR,PA, AP, MA, RO, TO, CE e MT (áreas de floresta) |
B. erythromelas (3) | Jararaca-da-seca | PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA e MG (áreas xerófitas/caatinga) |
B. jararaca (4) | JararacaJararaca-do-rabo-branco | BA, MG, ES, RJ, SP, PR, SC e RS |
B. jararacuçu (5) | Jararacuçu | BA, ES, RJ, SP, PR, MG, MT e SC |
B. leucurus (6) |   | BA |
B. moojeni (7) |JararacãoJararacacaiçaca | PI, TO, DF, GO, MG, SP, MT, MS e PR |
B. neuwiedi (8) | jararaca-pintada | Em todo o país, exceto Amazônia |

1. Poucos relatos de casos. Acidentes graves.
2. Até o presente, é a espécie responsável pela maioria dos registros de acidentes na .. Amazônia.
3. Os distúrbios de coagulação são as manifestações mais comumente registradas. Acidentes com poucas alterações locais, geralmentebenignos.
4. Principal agente causal nos estados de MG, ES, RJ e SP. Casos graves ou óbitos . são .. pouco .. freqüentes.
5. Acidentes relatados, principalmente em SC. Acidentes graves com casos fatais.
6. Causa freqüente de acidentes atendidos na cidade de Salvador, BA.
7. Responsável pela maioria dos registros de acidentes no oeste de SP, oeste de MG e dos atendimentos em Goiânia/GO.
8.Amplamente distribuída pelo território nacional, com exceção da Amazônia. Acidentes geralmente com bom diagnóstico.
Grupo Crotálico: cabeça triangular, presença de fosseta loreal, cauda com chocalho (guizo) e presa inoculadora de veneno.
Serpentes do Grupo Crotálico de Importância Médica
NOME CIENTÍFICO | NOMES POPULARES | DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA |
Crotalus durissus (1) |cascavelmaracambóiaboicininga | Em todo o país, exceto áreas florestais e zona litorânea (2) |

(1) Há 5 subespécies de cascavéis no país. Os acidentes caracterizam-se pela sintomatologia sistêmica exuberante, com poucas manifestações locais.
(2) Dados recentes relatam C. durissus no litoral da Bahia.
Grupo Laquético: grande porte, cabeça triangular, fosseta loreal e cauda com escamas arrepiadas epresa inoculadora de veneno.
Serpentes do Grupo Laquético de Importância Médica
NOME CIENTÍFICO | NOMES POPULARES | DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA |
Crotalus durissus (1) | cascavelmaracambóiaboicininga | Em todo o país, exceto áreas florestais e zona litorânea (2) |

Com duas subespécies, é a maior serpente peçonhenta das Américas. Poucos relatos de acidente onde o animal causador foi trazidopara identificação. Existem semelhanças nos quadros clínicos entre os acidentes laquético e botrópico, com possibilidade de confusão diagnóstica entre eles. Estudos clínicos mais detalhados se fazem necessários para melhor caracterizar o acidente laquético.
Grupo Elapídico: desprovidas de fosseta loreal, com cabeça arredondada e presa inoculadora de veneno. A característica fundamental noreconhecimento desse grupo é o padrão de coloração, com combinações diversas de anéis vermelhos, pretos e brancos. Deve-se considerar que existem serpentes com desenhos semelhantes aos das corais, mas que não possuem presa inoculadora. Há ainda, na Amazônia, corais verdadeiras com cor marrom escura, quase negra e ventre avermelhado.
Serpentes do Grupo Elapídico de importância médica
NOME CIENTÍFICO| NOMES POPULARES | DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA |
M. corallinus | Coralboicorá | BA, ES, RJ, SP, MS, PR, SC e RS |
M. frontalis | coral | MT, MS, GO, BA, MG, SP, PR, SC, RS, DF |
M. ibiboboca | Coralibiboboca | MA, PI, CE, RN, PB, PE, SE, AL, BA e MG |
M. lemniscatus | coral | AM, PA, RR, AP, MA, RN, AL, PE, BA, GO, MG, MT, MS, RJ e SP |
M. surinamensis | Coralcoral...
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