Fabrica de sorvete

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FÁBRICA De SORVETES

Slogan: o mundo inteiro ama!


Ramo de Atividade: Alimentício
Razão Social: V R T Cia ltda.
Nome Fantasia: Ice Vale

Contador: Fersil
Documentação necessária (ta em papel)
Valores das taxas de abertura (ta em papel)



CAPITAL ESTIMADO: R$ 800.000,00 .



MISSÃO: Servir produtos com qualidade,visando a satisfação e fidelidade dos clientes,oferecendosabor qualidade e saúde em um ambiente com infra estrutura para um bem estar geral.



VISÃO: Ampliar instalações como restaurante e área de lazer,oferecendo conforto aos motoristas de ônibus para ser tornar referência em paradas turísticas, tornando nossa marca conhecida em todas regiões.



VALORES: 1.Ambiente Familiar
2. Liderança de Mercado3. Respeito com Funcionários e Consumidores
4. Responsabilidade Social
5. Respeito ao Meio Ambiente

Histórico do Mercado:


A primeira produção de sorvete em escala industrial ocorreu nos Estados Unidos, há 40 anos. Hoje, no mundo todo, quem mais fabrica sorvete são os norte-americanos. No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834, quandodois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo. Um anúncio avisava a hora exata da fabricação. O primeiro anúncio apareceu em São Paulo, no dia 4 de janeiro de 1878, contendo aseguinte mensagem: "SORVETES - Todos os dias às 15 horas, na Rua Direita, nº 44".
Atualmente Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS), por ano são produzidos no Brasil mais de 950 milhões de litros de picolés e sorvetes e 70% do total é consumido durante o verão. O mercado movimenta em torno de R$ 2 bilhões por ano e tem espaço para expandir. O brasileiro consome em média4,7 litros anuais, menos de um terço do consumo per capita de alguns países nórdicos e frios como, por exemplo, a Dinamarca e a Finlândia. Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, afirma que a razão para a diferença de consumo é cultural. “Infelizmente, os brasileiros foram educados para acreditar que tomar sorvete no inverno faz mal, provoca gripes e resfriados. Os picoles representam 19 % destemercado, aproximadamente 182 milhões de litros.
Os sorvetes softs, mais leves, também têm ganhado espaço na preferência do consumidor. Atualmente são produzidos 84 milhões de litros, participação de 9% no mercado. Os sorvetes de massa são responsáveis por um volume estimado de 691 milhões de litros, 72%.Foram R$ 2,277 bilhões em vendas de sorvete no ano passado, segundo dados Nielsen,Trata-sede um resultado histórico, ajudado pelas altas temperaturas registradas, e ainda pelo maior poder aquisitivo da população brasileira.
A Nestlé trouxe ao estado de São Paulo os picolés d Sorvetes Garoto, antes distribuídos apenas no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e na cidade de Salvador. As marcas da versão gelada de bombons como Talento e Serenata do Amor já foramcomercializadas no litoral paulista neste verão. O mercado de São Paulo corresponde a 23% do consumo nacional de sorvetes, segundo a Nielsen.Já a fabricante Jundiá aposta no diferencial de preço em relação às grandes marcas. A companhia garante que consegue vender seus produtos por até 30% menos que as líderes de mercado. “Muita gente que não consumia sorvetes agora pode comprar porque a faixa de preço denossos produtos permite esse acesso”, afirma César Bergamini, diretor da Jundiá. A empresa investirá R$ 10 milhões em uma nova fábrica na cidade de Itupeva, interior de São Paulo. A expectativa é de que a capacidade de produção triplique


Dimensionamento

O sorvete é umas das delícias mais requisitadas no mundo todo em um país tropical Não é a toa que sorvetes são bons tanto para quem...
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