Exploradores de caverna - resenha

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  • Publicado : 30 de maio de 2012
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RESENHA DE OS EXPLORADORES DAS CAVERNAS
 
O Caso dos Exploradores de Cavernas trata da história de quatro acusados que pertenciam a uma denominada "Sociedade Espeleológica", de natureza amadorística, que tinha como objetivo a exploração de cavernas (p.1), conforme o texto:
Certo dia, os quatro, em companhia de outro associado, cujo nome era Roger Whetmore, penetraram numacaverna, em cuja entrada, a seguir, houve grande desmoronamento, que lhes bloqueou a única saída (p. 2).
Visto que demoraram demorassem a voltar para suas casas, seus familiares comunicaram-se com o secretário da aludida entidade que, de imediato, mobilizou uma equipe de socorro e se dirigiu para o local (p.2), a fim de remover o obstáculo e, por via de conseqüência, libertá-los. Como a tarefarevelou-se extremamente difícil, (p.2) tornou-se necessário suplementar as forças de resgate, com homens, máquinas e recursos financeiros. Mesmo assim, só se conseguiu libertar os sobreviventes no trigésimo segundo dia após a entrada dos mesmos naquele local (p.6).
Os ditos exploradores levaram consigo um rádio transistorizado capaz de transmitir e receber mensagens e escassa provisão, quelogo foi consumida. Ademais, inexistiam, na caverna, substâncias animal ou vegetal que lhes permitissem subsistir (p. 4).
Como a equipe de socorro também se utilizava de transmissor semelhante, estabeleceu-se entre os internos e os externos a comunicação, isto a partir do vigésimo dia da ocorrência do citado desabamento (p. 3-6).
Os homens solicitaram ao chefe da equipe de resgateinformação sobre o tempo necessário para a sua libertação, cuja resposta fora a de que seriam indispensáveis pelo menos 10 dias, se não ocorressem novos deslizamentos. Ao médico, integrante da equipe de resgate, depois de lhe relatarem as condições físicas e psicológicas em que se encontravam, bem como a ração que lhes restava, perguntaram-lhe se tinham eles, os desafortunados, possibilidade desobreviverem por mais 10 dias, cuja resposta fora a de que era ela muito reduzida (p. 5).
A partir daí a comunicação radiofônica fora, por 8:00 horas, interrompida. (p.5)
Depois que retomaram o contato, Roger Whetmore, falando por si e representando os demais, perguntou ao médico se teriam eles possibilidade de sobreviverem por mais 10 dias, caso viessem a alimentar-se com carne de umdos confinados, cuja resposta, dada a contragosto, fora afirmativa. Perguntou-lhe, a seguir, se seria aconselhável que tirassem a sorte para se estabelecer qual deles seria sacrificado para efeito de sobrevivência dos demais, sendo que todos os médicos presentes recusaram-se a responder (p.5).
Em seguida, perguntou Whetmore se, no acampamento, existia algum juiz ou qualquer outra autoridadeque pudesse responder àquela pergunta, mas ninguém da missão de salvamento quis assumir o papel de conselheiro sobre o assunto em referência (p.6).
Depois, Whetmore, insistindo, quis saber se havia algum sacerdote que lhes pudesse responder, satisfatoriamente, sobre o citado questionamento, mas a recusa se fez reiterada (p. 6).
A partir desse momento, interrompeu-se, novamente, acomunicação radiofônica, a cujo infortúnio os integrantes da equipe de resgate, erroneamente, atribuíram o descarrego das pilhas do rádio transmissor.
No momento em que a equipe de resgate - isto já no trigésimo terceiro dia - conseguiu desobstruir os escombros e libertar os encavernados, Roger Whetmore tinha sido eliminado e servido de alimento para os seus companheiros P. 8).Registram os fatos que fora o próprio Roger quem teria, inicialmente, proposto que se sacrificasse um deles para servir de alimento para os demais, visto que seria este procedimento a única maneira possível de sobrevivência, o que se faria por sorteio, para o que Roger, casualmente, trazia consigo um par de dados (p. 8)
Apesar de, em princípio, ter ocorrido hesitação por parte dos demais...
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