Experimentos de quimica

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Caos urbano: Salvador terá segurança de 2,6 mil militares das forças federais

Até o final do dia, o contingente das forças federais destacado para garantir a segurança na Bahia aumentará para 2,6 mil militares,segundo o Ministério da Defesa. As forças foram enviadas ao estado com o objetivo de manter a segurança, em meio à paralisação da Polícia Militar (PM) baiana.
Na manhã de hoje (3), 1.250 militares já estavam atuando. Há ainda a possibilidade de que mais 4 mil militares de tropas da 10ª Região Militar, em Fortaleza (CE), sejam acionados para reforçar a segurança no estado.
A Marinha acionou 250fuzileiros navais para a segurança de portos e terminais de embarque, e a Força Aérea Brasileira (FAB) designou cerca de 400 militares para cuidar do funcionamento regular dos aeroportos públicos em todo o Estado.
De acordo com a Secretaria de Segurança da Bahia, foi registrada “uma série de casos de vandalismo, com assaltos e arrastões, em várias áreas de Salvador”, desde que “PMs ligados à Associaçãode Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra-BA) anunciaram greve por tempo indeterminado”. Ainda de acordo com a secretaria, a Justiça já determinou o fim do movimento grevista.
O secretário de Segurança da Bahia, Maurício Barbosa, se reúne hoje com representantes de associações de policiais para discutir o assunto. De acordo com a secretaria, 7 mil dos 30 milpoliciais baianos estão trabalhando e, das 300 viaturas da corporação em Salvador, 210 estão em atividade.
Barbosa garante ter “consciência de que é preciso avançar na melhoria das condições de trabalho dos policiais”, mas reitera não poder “admitir desordem e baderna de grupos querendo impor uma condição para além do estado democrático”.http://www.verdadegospel.com/caos-urbano-salvador-tera-26-mil-militares-das-forcas-federais/
A origem do caos urbano
461 anos após sua fundação, Salvador é resultado de sucessivos equívocos urbanísticos que se agravam com a falta de um planejamento sustentável
Data: 03/08/2011Revista>Edição 32
Não é de hoje que Salvador sofre as consequências da falta de planejamento urbano. Na época de sua fundação, em 1549, o local escolhido por Thomé de Sousa comofortificação para controle e defesa do território já denunciava uma falha geológica separada por uma escarpa de 70 m de altitude, dividindo a região em dois planos: Cidade Alta e Cidade Baixa. O relevo acidentado e a falta de conhecimento das características morfológicas do solo contribuíram para o crescimento desordenado das habitações.

Passados mais de quatro séculos, a antiga Cidade do SãoSalvador da Baía de Todos-os-Santos está no limite. Com mais de 3 milhões de habitantes, convive com a crescente favelização, poluição urbana, inacessibilidade, além da degradação de seu patrimônio histórico e ambiental.

“Crítico e preocupante” é o cenário avaliado pelo presidente do Crea-BA, engenheiro agrônomo Jonas Dantas. “Temos alertado para o aprofundamento de questões imprescindíveis aodesenvolvimento urbano, como o uso e a ocupação do solo. Essa discussão reduziria a ocorrência de desastres como alagamentos, desmoronamentos e a desordem instalada no sistema viário. Um plano de ação precisa ser executado não apenas em Salvador, mas também nos municípios que compõem a Região Metropolitana (RMS)”.

A engenheira e professora da Faculdade de Arquitetura da Ufba, Rosana Muñoz,estudou, em sua tese de doutorado, os desabamentos ocorridos com monumentos históricos na escarpa que vai do Forte de São Pedro até a Igreja da Lapinha (1550 a 2006). Geralmente, os desabamentos ocorriam porque várias intervenções eram realizadas ao longo das encostas, como o desmatamento para construir casas, deixando o terreno mais vulnerável.

Muñoz explica que o adensamento das encostas, por...
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