Expansão urbana

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SUMÁRIO

1. Introdução 3
2. Desenvolvimento 4
3. Ocupação Irregular 5
4. Sistema de Drenagem Urbana 5
5. Arborização Urbana 6
6. Novos Loteamentos 6
7. Conclusão 8
8. Referencias Bibliográficas 9
1. Introdução


A cidade de Pérolaé considerada pequena e jovem, possuindo apenas 45 anos, a base da economia do município sempre foi à produção agropecuária, com isso a cidade não teve muito crescimento em relação às residências. Mas nos últimos anos a cidade entrou em novo cenário, destacando um crescente pólo de confecções de vestuário, produção industrial predominante de fábricas de roupas, notadamente de jeans, que prestamserviços a grandes empresas do ramo do Paraná e São Paulo buscaram nesta região mão de obra barata e abundante que aqui existia, a partir desta nova situação houve um aumento significativo na construção de residências, e os lotes vazios que até então eram abundantes começaram a desaparecer. Então neste cenário deu se inicio à expansão urbana na cidade2. Desenvolvimento


A ocupação e uso do solo na área urbana seguem critérios editados no código de condutas do município, de acordo com leis federais e estaduais, mas infelizmente com raros critérios e padrões ambientais, todo novo empreendimento residencial ou industrial necessita de aval do engenheiro civil do município e da secretaria de meio ambiente.

1 2.1 Evolução da Ocupação doEspaço Urbano


Pérola teve sua malha viária planejada pela Companhia Colonizadora Byington. A ocupação ocorreu dentro da malha projetada, inicialmente ao longo da Avenida Dona Pérola Byington, se expandido do centro para a periferia, com abertura de novas vias à medida que a demanda por solo urbano crescia.

2 2.2 Usos Residenciais


Grande parte da área residencial está consolidada. Asresidências em madeira foram, aos poucos, sendo substituídas por alvenaria na área de ocupação inicial, nas quadras ao longo da Avenida Dona Pérola Byington e paralelas. Nos novos parcelamentos e nos loteamentos de Interesse Social, as construções obedecem a um padrão médio. No entanto em loteamentos novos não é permitido a construção de casas de madeira, e as de alvenaria devem obter padrão demédio acima.

3 2.3 Usos Industriais


A indústria, no Município, está mais voltada para o ramo de confecção. A Prefeitura Municipal construiu barracões pra abrigar as novas confecções com o objetivo de incentivar a industrialização, mas as construções não obedeceram a um zoneamento específico. Foram feitos em terrenos de propriedade da Prefeitura, alguns deles em meio às áreas residenciais.Isso gera problemas de conflito, tais como: tráfego, poluição sonora e risco de acidentes. Já o meio ambiente é o que mais padece com estas falhas irreversíveis.


4 2.4 Densidade Demográfica


A Lei de Parcelamento do Solo no Município permite lotes com até 125 m² de área e 8 metros de frente. Este é o padrão da Lei Federal 6766/79, que deve ser ampliado de acordo com as condicionantes decada Município. Em Municípios de pequeno porte, cuja oferta de solo urbano é grande e com baixo custo, a área deve ser maior. Deve-se levar em consideração, também, a sobrecarga na infra-estrutura causada por uma densificação não planejada.
A tipologia habitacional é de casas térreas em sua maioria, unifamiliares, em lotes individuais, o que é o padrão dos Municípios brasileiros de pequeno porte.Este padrão é conseqüência da oferta de solo urbano, baixo custo do mesmo e ausência de infra-estrutura que possibilite a densificação. Mas este padrão é interessante quanto permeabilidade do solo, nos terrenos com maior área, geralmente sobra alguma parte ocioso pra construção, então os moradores usam esta pra constituição de pequenos pomares hortas, ou mesmo área de lazer regrada de arvores...
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