Eu sou eu

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  • Publicado : 22 de março de 2012
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A FESTA

Meus três amigos moram no mesmo condomínio, mas Tomás e Jota têm um apartamento separado, enquanto Binho mora com os pais. Na sexta-feira, Tomás deu uma festa e, claro, me convidou. Havia umas vinte pessoas, dançando e bebendo como é comum nessas ocasiões. Depois de conhecer todo mundo, fiquei conversando com Jota na varanda.Vendo alguns casais se agarrando, logo senti um desejo dereviver nossos encontros anteriores. Perguntei se poderíamos ir para um quarto e Tomás respondeu que não, porque era cedo e seus pais poderiam passar lá para ver como estavam as coisas. Diante da negativa, continuamos conversando e bebendo. A bebida me deixou apertada e, meio tonta, fui ao banheiro. Empurrei a porta, que estava encostada, e ao acender a luz dei de cara com um mulato mijando. Elesegurava uma geba amolecida, quase do mesmo tamanho que a do Tomás, com a diferença de parecer ainda mais grossa. Imediatamente ele botou o pau respingando dentro da calça e fez uma cara de envergonhado. Pediu desculpas e passou por mim, fechando a porta. Eu baixei a tampa da privada e sentei, pensando naquela maravilha que tinha visto. Sem perceber, já estava com um dedinho enfiado na boceta, apenasmassageando bem de leve o clitóris e executando penetrações delicadas. A brincadeira deve ter demorado, pois Jota foi me procurar. Eu não agüentava mais e o puxei para dentro do banheiro. Nos beijamos deliciosamente, com as línguas se enroscando de maneira selvagem. Com uma mão eu apertava sua bunda e com a outra tentava desajeitadamente abrir sua calça. Percebendo minhas intenções, ele trancou aporta e se encostou nela. Eu me ajoelhei no chão frio e abaixei sua calça até os pés. Admirando o volume na cueca, imaginei a grandeza daquele membro escondido. Comecei a mordiscar por sobre o tecido fino, sentindo o cheiro masculino que exalava intensamente. Com a boceta inundada, finalmente abaixei a cueca e reencontrei o caralho grosso e cabeçudo de Jota. Abocanhei-o na hora, chupandovigorosamente. Eu escorregava meus lábios até a metade da pica, e depois voltava, num movimento delicioso. Jota estava fervendo e seu pau endurecia na minha boca. Passei então a lamber a cabeça, tentando extrair algum líquido precioso dela. De vez em quando, Jota me presenteava com uma ou duas gotas de gosto forte e salgado... Ele elogiava meu boquete, pedindo que eu continuasse para sempre. Para levá-lo àloucura, soltei aquele mastro imponente e dirigi minha língua ao seu saco peludo. Lambi aquela pele enrugada por um bom tempo, chupando os testículos vez por outra, fazendo as pernas de Jota bambearem. Assim que voltei ao seu cacete, ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca, empurrando a piroca até o fundo, me fazendo engasgar. Eu segurava sua bunda, e suplicava por uma esporrada abundante...Jota comeu minha boquinha um pouco mais e liberou seu sêmen, esguichando direto na garganta. Eu apertava seu pau para que não escapasse, mas a porra não acabava. Quanto Jota tirou o cacete da minha boca, parte do seu gozo transbordou, escorrendo pelo queixo. Engoli o que consegui e com o dedo recuperei o que tentava fugir. Era uma delícia. Eu precisava ser possuída... Jota, porém, disse que alguémpodia estranhar, que era melhor esperarmos. Saímos os dois, sem que ninguém percebesse e encontramos Tomás conversando com o negro do banheiro. Era tarde e, além de nós quatro e Binho, apenas mais dois casais e um cara sozinho continuavam na festa. No meio do papo, Tomás sorriu ironicamente para mim, como se soubesse o que eu e Jota havíamos feito. Provavelmente pelo meu hálito, carregado com ocheiro da porra de Jota. Ziza, o mulatão, também ria. Sem mais nem menos, Tomás me tomou pelo braço e me levou para seu quarto. Fechando a porta, ele perguntou o que eu tinha feito com Jota. Eu respondi e acompanhei seu caralho se avolumando com a história. Logo eu estava com a boca naquela vara, tentando engolir o máximo de sua extensão. Tomás, entre gemidos, disse: "Tira a roupa para mim..." Eu...
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