Eu na modernidade

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  • Publicado : 30 de março de 2013
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01) Qual é a diferença entre a meditação solitária de um monge medieval e a experiência de solidão de um homem do séc. XX?

R) O monge medieval, não possuía o entendimento de um eu interior então a ausência de uma convicção interior, um discordar do sistema ou qualquer outro problema de fundo interior eram evidentes, enquanto o homem moderno muitas vezes sente-se sozinho em suas convicções,seus sentimentos, pois tem a impressão que ninguém pode compreender a dor que está sentindo. Nesta resposta eu me lembro muito daquele desenho, “A formiguinha Z”, onde todas as formigas nascem destinadas a serem o que são (operárias, soldadas ou rainha) e não há o que discutir. Num dado momento uma delas a Z, sente-se incomodada em ter que fazer tudo igual e sente a necessidade de mudar ascoisas. Ela chega perto do terapeuta e começa a se derramar e mostrar o quão infeliz se encontra. O terapeuta nem entende do que é que ela está falando. Num desabafo para se fazer entendida, ela despreza seu estilo de vida alegando ser tudo igual, ninguém ter que pensar individualmente, em o sistema é que é o correto, em o todo é que é importante. Neste momento o terapeuta a considera curada porqueela finalmente entendeu. O monge medieval, idade média, era o formigueiro. O homem moderno é a formiguinha Z.

(02) Procure identificar uma forma de entender o mundo que seria impensável na idade média.

R) A mistura cultural. A compreensão de um problema interior. O entendimento que uma pessoa agiu de maneira inapropriada por causa de suas convicções não por possessão. A maneira de crerdiferente em Deus ou até mesmo em falsos deuses. O discordar do sistema apenas por entender diferente não por ser um rebelde.

(03) Hoje ainda existe a idéia de corpo social?

R) Com certeza. Enquanto estudantes de um mesmo curso, ligados pelas mesmas idéias, enquanto participantes de uma mesma religião, enquanto participantes de um mesmo grupo com ideais próprios, por exemplo, uma tribo de roque. Adiferença é que mesmo partilhando dos mesmos ideais e convicções, submetendo-se a um líder em comum e em muitos casos tendo que aceitar o que aquele líder determinar, gostando ou não, temos a oportunidade de pensar diferente, expormos esta maneira de pensar e se de todo nos afastarmos de mais do que aquele corpo social vive, temos a liberdade de nos separarmos dele e em alguns casos levarmosoutros a pensar como nós. Sem precisamente morrermos por isto. Claro que estou falando do nosso país, nossa cultura e nos tempos de hoje. Mesmo fora da idade média sabemos que em muitas situações quem se opusesse ao líder sofreria infortúnios.. . Por exemplo, o holocausto, ou a época do regime militar...

(04) Como foi possível conciliar a crença em um Deus onipotente e a crença na liberdade dohomem?

R) Essa me parece bem fácil! Através do livre arbítrio! A partir do momento que o homem teve acesso as sagradas escrituras, descobriu entre outras coisas que Deus deixou ao homem uma regra de como viver. E com ela a liberdade de escolha de vivê-las ou não. Na questão abaixo responderei de uma forma mais acadêmica.

(05) Como a valorização do homem contribuiu para o aumento do conhecimentosobre a natureza?

R) Quando o homem teve o discernimento de que Deus criara um mundo e o deixara funcionar por suas próprias leis, surgiu a possibilidade do conhecimento das leis naturais. Surgiu o conhecimento e a previsão sobre os fenômenos naturais.

(06) Entre o mundo medieval e o mundo renascentista, qual parece gerar mais angústia no homem? Por quê?

R) Com certeza o homemrenascentista. Sentimos uma angústia maior em pensar na idade média, por que hoje possuímos nossa interioridade então para nós é alarmante pensar num mundo sem interioridade. Mas para o homem medieval, aquela era a única forma que conheciam de viver. Já o homem renascentista descobre este eu interior ao mesmo tempo em que é maravilhoso e também motivo de muito conflito. Por muitas vezes nem ele sabe o...
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