Eu christiane f, 13 anos

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  • Publicado : 13 de março de 2013
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Livro: Eu, Christiane F, 13 Anos, Drogada e Prostituída.



A história real de Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída. O livro conta com detalhes o que a criança passou para se drogar,indo a lugares orriveis, sujos, com pessoas no mesmo nível.  O intenso drama de uma criança que fez escolhas erradas e aos 13 anos estava praticamente sem vida foi lançado em 1978, em alemão, pelosjornalistas Kai Herrmann e Horst Rieck que entrevistaram a jovem Christiane F, ela cresceu em um bairro pobre e dentro de um ambiente violento, graças às surras que levava do pai alcoólatra. Devido aliberdade que sua mãe lhe deu, tentando compensar os terríveis momentos que passou com o pai, acaba cometendo um terrível erro, dando à Christiane uma vida sem regras. Ela é fascinada para conhecer a"Sound", uma nova e moderna discoteca. Apesar de menor de idade ela pede a sua amiga para levá-la, lá ela conhece Detlef seu futuro namorado e companheiro nas drogas e na protituição. A Christianepassava as tardes sem o que fazer no condomínio onde morava e conheceu pessoas que não a levaram por caminhos muito bons, começou a se drogar com 12 anos. Com 13 passou a usar drogas mais pesadas e a seprostituir a fim de ter dinheiro para comprá-las. E a questão é sempre a mesma: "eu posso me controlar, não sou viciada" frase muito usada pela Christiane no decorrer da historia , até que perceba quenão é verdade, que está mentindo para si mesma, mesmo querendo sair daquela vida, era difícil, viu os amigos morrerem, a mãe e a irmã sofrerem muito. A mãe até tentou ajudá-la, mas por vezes se mostravasem forças diante da complexidade e do poder que as drogas exerciam sobre a filha, ainda havia a má influência dos amigos. Essa é outra parte dramática, em que a filha tentava ficar em casa semencontrar os amigos enquanto a mãe ia trabalhar, mas a necessidade da droga gritava mais alto. O namorado, Detlef, ao invés de ajudá-la, afundava ainda mais, ela acreditava que era amor, cuidado. Juntos...
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