Etica , dereito e trabalho

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22/03/13

Ética, Dir eito e Justiça: Sócr ates e Platão contr a os sofistas - Revista Jus Navig andi - Doutr ina e Peças

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Ética, Direito e Justiça: Sócrates e Platão contra os
sofistas

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g o sta ra m

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vo to s

Ro g e r M o ko Y ab iku
Elaborado em 12/2011.

P á gi na 1 de 1

A

A
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O conceito de justiça, para os

Jus Nav igandisofistas, é igualado ao de lei. Já a Sócrates
pode ser atribuída a origem da ética (ou
filosofia moral). Para Platão, a justiça é a

C urtir
58. 745 pessoas curtiram J us
Nav igandi.

virtude do cidadão e do filósofo que tem
predominância sobre as outras.
No início da F ilosofia, o foco era na origem da
natureza, do mundo e, por reflexo, as relações entre os
homens. Porém, com omovimento dos sofistas no século V
antes de Cristo, houve uma ruptura, no qual o homem é
colocado no centro das discussões filosóficas. Os sofistas – sábios – foram os primeiros professores, mas não
formaram uma escola propriamente dita, já que vários dos seus pensamentos divergiam entre si.

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Com uma relativa estabilização política da Grécia Antiga (século V a.C.), no chamado Século de Péricles, não

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havia tanta necessidade de cultivar as virtudes (arete) dos guerreiros. Nessa época, floresceram as artes, a
mitologia, a filosofia, a literatura, a história e a política. Os fatores que contribuíram para isso, segundo Bittar e
Almeida (p. 92), foram aparticipação popular nos instrumentos de poder, principalmente com a estruturação da
democracia de Atenas, a expansão das fronteiras gregas, acúmulo de riquezas e intensificação do comércio, inclusive
com outros povos, e a utilização do "falar bem" para assemblear, além de se ter conhecimentos gerais.

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Os sofistas e a democr acia gr ega

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F oram os sofistas uma resposta às necessidades da democracia grega, ou seja, exercer a cidadania por meio
do discurso. "Isso não há que se negar como dado comum a todos os sofistas: são eles homens dotados de domínio
da palavra, e que ensinam a seus auditórios (auditórios abertos ou círculos de iniciados) a arte daretórica, com vista
no incremento da arte persuasiva (peitho)", escrevem Bittar e Assis (p. 93).

Manual de Medicina
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O domínio da arte retórica, por parte de homens dotados da técnica (techné) da utilização das palavras,

Jo rg e P a u l e tte V a n re l l

explicam Bittar e Almeida (p. 94), era necessário não somente na praça pública (agora), mas também para atuar

R$ 1 4 9 , 0 0perante os magistrados, na tribuna: "As palavras tornaram-se o elemento primordial para a definição do justo e do

com pr ar

injusto. A técnica argumentativa faculta ao orador, por mais difícil que seja sua causa jurídica, suplantar as barreiras
dos preconceitos sobre o justo e o injusto e demonstrar aquilo que aos olhos vulgares não é imediatamente visível."

Manual das
Sentenças eAtos
Judiciais Cíveis

T alvez se tenha noção, vulgarmente, de que os

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