Estudo de caso toyota

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UNIÃO DAS ESCOLAS SUPERIORES DE CACOAL


CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


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Ana Paula da Silva Borges





























ESTUDO DE CASO TOYOTA























PROFESSOR IDMARCACOAL – 2011

ESTUDO DE CASO TOYOTA


Quando se fala de grandes empresas como a Toyota, um dos fabricantes de veículos mais admirados, fatos e boatos são evidentes em vários tipos de anúncios. De acordo com o texto de Luiz Guilherme Barrucho, o autor aponta cinco defeitos da fabricante Toyota, os quais são: crescimento a qualquer preço, corte de custos obsessivo, queda no controle de qualidade,pouca transparência e reação lenta à crise. Tal que essa listagem de defeitos pode comprometer a marca Toyota no mercado. Se a análise feita fosse considerar as causas desses defeitos minuciosamente, a Toyota estaria com um grande problema em relação à perda de clientes. Os defeitos relacionados no texto de Barrucho fazem sentido quando é feita a análise da empresa em poder estar entrando emdeclínio. Embora tenha sido citado cinco defeitos, acredito que apenas três dos citados possam ser assim considerados, os últimos seriam respectivamente conseqüência dos erros iniciais. Como por exemplo, pouca transparência e reação lenta à crise poderiam ter sido consideradas como maneiras que a Toyota adotou para de certa forma “defenderem” ou “adiarem” essa notícia que eles já sabiam que não teria umaboa repercussão, caso fosse divulgado na mídia.
Segundo Tony Faria, professor de marketing da Universidade de Windsor, no Canadá, publicado pela revista Veja: “A Toyota expandiu a produção e o número de fornecedores mais rápido do que seu departamento de qualidade podia inspecionar a cadeia produtiva”. Ainda no texto “A velocidade com que se expandia era proporcional à sua valorização aos olhosdos investidores”. Com esses dizeres pode-se considerar então que as medidas tomadas para ampliar o número de fabricas foram baseadas apenas em crescer no mercado, esquecendo de avaliar o crescimento de sua qualidade, que deve sempre acompanhar o crescimento. Não tem como uma empresa crescer em tamanho e esquecer de levar junto com esse crescimento a qualidade. Obvio que a Toyota pensou nisso,porém aí veio a calhar seu segundo erro citado no texto, o corte de custos obsessivo. Dizem que “quanto mais se tem, mais se quer ter”, será essa a situação ocorrida com a Toyota? Aumentaram suas fábricas, conseguiram atender mais clientes, só que quiseram diminuir os custos, para ter um lucro maior. Esse é o ponto que assume maior percentual em culpa do erro. A empresa que é reconhecidainternacionalmente por sua qualidade, pela qualidade dos seus produtos, não poderia ter optado por essa tomada de decisão em reduzir seus custos operacionais, de tal forma que pudesse prejudicar na fabricação de seus veículos, na qualidade deles. No texto: “Um carro chegava a ser inteiramente produzido, tão logo sua concepção fosse concluída, em mero doze meses, quando o normal seria de 24 a 36 meses”. Seriaideal se o processo de produção pudesse ser reduzido com tal diferença, e sua qualidade não fosse afetada. Porém é claro se observamos que, se um carro que tem um excelente padrão de qualidade leva de 24 a 36 meses a ser produzido, seria um tanto curioso imaginar que em apenas 12 meses eles poderiam fabricar o mesmo carro com o mesmo padrão de qualidade. “A fabricante exigia dos fornecedores odesenvolvimento de peças mais leves e baratas”. Quando a empresa adota como vai vender seu produto, em relação à qualidade, preço, prazo de entrega, o cliente em sua primeira compra se adequa às formas da empresa. Uma vez que o cliente está acostumado com a empresa, uma mudança pode causar um impacto para seus clientes, e o comprometimento da empresa com o cliente, pode estar ameaçado. O terceiro...
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