Estudo de caso da comanhia hering - aplicação das teorias administrativas

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APLICAÇÃO DAS T EORIAS ADMINIST RAT IVAS
ESTUDO DE CASO DA COMPANHIA HERING

Univ ersidade de São Paulo – Escola de Artes Ciências e
Humanidades
São Paulo
2012

APLICAÇÃO DAS T EORIAS ADMINIST RAT IVAS
ESTUDO DE CASO DA COMPANHIA HERING

ALUNOS:
Alex M ar iano Por to NºUSP
Ana Paula de M enezes M ange Contar t NºUSP 7552983
Angelo Caetano Nunciar one NºUSP
Gustavo Br uno Per ezNºUSP 7553031
Vinícius Alcântar a Cavalcante NºUSP

Trabalho da disciplina Fundamentos de Administração, entregue à Profª. Drª. Andrea
Leite Rodrigues da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São
Paulo

Univ ersidade de São Paulo – Escola de Artes Ciências e
Humanidades
São Paulo
2012

SUMÁRIO

1
O CENÁRIO DA COMPANHIA HERING.. 5
1.1 SEGMENTO DE MERCADO (OPÚBLICO ALVO DA COMPANHIA) 6
1.2 PRODUTOS E SERVIÇOS PRINCIPAIS. 7
1.3 VOLUME DE VENDAS. 8
1.4 NÚMERO DE EMPREGADOS. 8
1.5 NÚMERO DE FILIAIS E RESPECTIVAS LOCALIZAÇÕES. 8
2
ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO.. 9
2.1 MACRO AMBIENTE.. 11
2.1.1 Am biente Dem ográfic o. 11
2.1.2 Am biente Natural 12
2.1.3 Am biente Soc ioc ultural 12
2.1.4 Am biente Ec onôm ic o. 12
2.1.5 Am biente Tec nológic o. 132.1.6 Am biente Polític o. 13
2.2 ESTUDO PROSPECTIVO PARA A INDÚSTRIA DE VESTUÁRIO.. 13
2.3 AMBIENTE COMPETITIVO.. 14
2.3.1 O Poder de Negoc iaç ão dos Clientes . 14
2.3.2 O Poder de Negoc iaç ão dos Fornec edores . 15
2.3.3 Rivalidade entre os Conc orrentes . 16
2.3.4 Rivalidade entre os Conc orrentes . 17
2.3.5 Produtos Subs titutos . 18
2.4 A FORÇA DA MARCA.. 19
2.5 CADEIA DE VALOR.. 202.5.1 Logís tic a Interna. 22
2.5.2 Operaç ões . 22
2.5.3 Logís tic a Externa. 22
2.5.4 Marketing e Vendas . 22
2.5.5 Serviç o. 23
3
ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO.. 24
4
ANÁLISE SW OT.. 27
5
MAPEAMENTO DE STAKEHOLDERS. 27
5.1 IDENTIFICANDO OS STAKEHOLDERS. 27
5.2 IDENTIFICANDO COM QUEM OS STAKEHOLDERS SE RELACIONAM... 28
5.3 PRIORIDADES. 29
A prioridade que deve s er dada a um s takeholder pode s er c alc ulada através de um a tabela de
prioridades , tam bém elaborada por Savitz e W eber. 29
Bibliografia.. 33

INTRODUÇÃO

A Cia. Hering s erá objeto de es tudos des s e trabalho. À luz das teorias de
Adm inis traç ão, a em pres a s erá analis ada de ac ordo c om s uas princ ipais c arac terís tic as e
princ ípios , bem c om o s ua atuaç ão no s egm ento de m erc ado edados adm inis trativos no que diz
res peito a faturam ento, núm ero de func ionários e filiais . Além dis s o, s erão analis ados o
c res c im ento da c om panhia ao longo dos últim os anos , o m ac roam biente de ac ordo c om as
oportunidades e am eaç as que oferec em e tam bém o am biente interno c om s eus pontos fortes
e frac os . Serão realiz adas anális es s ob as teorias de Porter, com o as 5 Forç as e c adeia de
valor. Os s takeholders tam bém s erão analis ados por ordem de influênc ia e de prioridades . No
térm ino do trabalho, es tratégias c om o des envolvim ento de CRM, expans ão da rede de
dis tribuiç ão e projetos de s us tentabilidade s erão c itados c om o form a de m anter o rítm o de
c res c im ento da em pres a, evitando es tagnaç ão ou dec línio.
Es tetrabalho poderá traz er benefíc ios para as indús trias têxteis em c enário s im ilar a
em pres a pes quis ada. Fac ilita-s e aos ac adêm ic os ou adm inis tradores a c om preender c om
c larez a as barreiras c om petitivas nes s a indús tria e apoia-s e à organiz aç ão pes quis ada nas
adaptaç ões feitas em novo c enário.

1. O CENÁRIO DA COMPANHIA HERING
A Cia. Hering, apontada hoje c om o um adas grandes em pres as bras ileiras do s egm ento
de des ign de ves tuário, teve s ua origem ao fim do s éc ulo XVIII quando um im igrante alem ão,
Herm ann Hering, dec idiu inves tir os pouc os rec urs os que tinha em um tear c irc ular e um
c aixote de fios . Criou-s e a Hering, nom e es te que futuram ente s e tornaria notório o s ufic iente a
ponto de trans form ar-s e em s inônim o...
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