Estudo de caso - ambev

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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Escola de Artes, Ciências e Humanidades










Gestão Estratégica

Estudo de caso da AMBEV

Prof. -

2º semestre/2012







|Alunos: |Nº USP |
|-|










São Paulo

Setembro 2012


Conteúdo
1. INTRODUÇÃO 3
2. CENÁRIO DA AMBEV 3
2.1. HISTÓRICO 3
2.2. AMBEV ATUALMENTE 5
2.3. LINHA DE PRODUTOS 6
2.4. BOLSA DE VALORES 6
3. ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO 7
3.1. AMBIENTE ECONÔMICO 8
3.2. AMBIENTE POLÍTICO LEGAL 9
4. AMBIENTE COMPETITIVO 9
4.1. O PODER DENEGOCIAÇÃO DOS CLIENTES 9
4.2. O PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES 10
4.3. PRODUTOS SUBSTITUTOS 11
4.4. AMEAÇA DE NOVOS ENTRANTES 11
4.5. RIVALIDADE ENTRE OS CONCORRENTES 12
5. ANÁLISE SWOT 16
6. ESTRATÉGIAS E DESAFIOS 16
6.1. LOGÍSTICA 16
6.2. INOVAÇÃO 17
6.3. TECNOLOGIA 18
6.4. MEIO AMBIENTE 19
6.5. CERVEJAS PREMIUM 19
7. CONCLUSÃO 208. BIBLIOGRAFIA 22






INTRODUÇÃO

A empresa AMBEV – Companhia de Bebidas das Américas, uma empresa de produção e comercialização de cervejas, refrigerantes e outras bebidas não alcoólicas, será objeto de estudos do presente trabalho. Por ser uma empresa de capital aberto, acreditamos que a sua pesquisa tenha um caráter mais prático e os resultados apresentados pelaempresa sejam mais acessíveis à consulta.

À luz das teorias de Administração, a empresa será analisada de acordo com suas principais características e princípios, bem como sua atuação no segmento e dados administrativos no que diz respeito a faturamento, análise do ambiente e a estratégia da empresa em termos gerais.


CENÁRIO DA AMBEV


1 HISTÓRICO

A Ambev nasceu de ummomento, no qual o mercado brasileiro de cerveja começava a expressar indícios de estagnação e o de refrigerante demonstrava uma perda de mercado das marcas líderes para as independentes. O mercado de cerveja estava com a concorrência altíssima e os investimentos em marketing eram elevados para manter a marca nesse contexto e continuar com a participação de mercado em vigor.

Em consequênciadisso, no dia 1º de Julho de 1999, houve a associação da Companhia Cervejaria Brahma e a Companhia Antárctica Paulista. Tal ocorrido foi apresentado como uma fusão entre iguais para aumentar a competitividade - nesse cenário tão tenso - e, assim, ganhar escala para crescer e internacionalizar-se.

Após muitos protestos de concorrentes e discussões jurídicas – argumentando da importância,dessa união estratégica, para a economia brasileira – com o intuito de convencer os orgão de análise, consumidores e a opinião pública, em 30 de Março de 2000 a Ambev recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Alguns meses depois, as ações dessa nova empresa começaram a ser negociadas na Bolsa de Nova Iorque, lançando os ADRs (American Depositary Receipts) da Ambev emsubstituição aos da Brahma, a qual era negociada desde Junho de 1997.

Contudo, em Novembro do mesmo ano, enquanto adquiria a uruguaia “Cerveceria y Malteria Paysandú”, a AmBev teve que cumprir o termo de compromisso firmado com o CADE, para a empresa “Molson” e vender a marca Bavária e cinco fábricas. O objetivo dessa ação era oferecer infra-estrutura operacional e logistica à empresacompradora para que ela se fixasse no mercado, podendo manter a concorrência no segmento cervejeiro. Mais tarde, a Molson adquiriu a Kaiser, em que competiu com a Iterbrew.

Em termos gerais, pode-se dizer que foi uma aquisição da Antárctica pela Brahma, haja vista que aquela sofria uma vulnerabilidade econômica-financeira no momento da união, estruturada como uma fusão para esquivar-se da...
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