Estrutura e análise financeira

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  • Publicado : 2 de outubro de 2012
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O planejamento orçamentário deve ir além dos aspectos financeiros, é um retrato fiel e antecipado do ambiente em que a empresa atua, é a bússola do gestor, é o mapa das ações operacionais em busca da tradução da estratégia.
O objetivo deste trabalho acadêmico é mostrar que a Análise das Demonstrações é um importante instrumento que os administradores devem utilizar visandoaperfeiçoar os resultados e criar novas situações para a empresa. É a demonstração que apresenta todos os bens e direitos da empresa. Ativo -, assim como as obrigações. Passivo Exigível. Em determinada data. A diferença é chamada Patrimônio Líquido e representa o capital investido pelos proprietários da empresa, quer através de recursos trazidos de for a da empresa, quer gerados por esta em suasoperações e retidos internamente.





As metas deverão ser definidas e depois detalhadas através de planos estratégicos para que sejam atingidas. Tais metas necessitam de controles para que os resultados atingidos sejam comparados com os resultados esperadO sucesso de um planejamento orçamentário está baseado na flexibilidade e na capacidade para responder as mudanças, na forma com que lida com os valores tangíveis e intangíveis, no respeito às pessoas, na tradução perfeita da estratégia da empresa e na capacidade de democratizar asinformações, convertendo-se numa ferramenta de negócios (ágil e dinâmica) que ajudará a comunicar, organizar e controlar todo o ambiente em sua volta, aliando o pensamento estratégico da empresa através das pessoas.
O primeiro semestre de 2009 foi um período de ajustes aos impactos causados pela forte crise financeira e econômica global. O esfriamento da atividade econômica, desde o 4°trimestrede 2008, trouxe cautela aos consumidores e empresários, reduzindo a demanda agregada.
O decorrente acumula de estoques provocou abrupta redução da produção industrial ao longo dos últimos meses, movimento que perde força durante o 2° semestre – embora a produção deva apresentar variação negativa no total do ano. Neste contexto, acreditamos que o PIB terá variação próxima de zero em 2009,ainda sustentado pelo bom desempenho do setor de serviços.
A rápida redução da demanda global permitiu a queda de preços no atacado, gerando seguidas deflações nos IGPS e desaceleração dos IPCS. A inflação não deva cair muito abaixo do centro da meta.
Com o movimento de julho, a Selic atingiu 8,75 % ao ano, menos patamar histórico. A partir de agora, a taxa normal de juros tende apermanecer estável por um longo período – ao menos ate meados de 2010. A surpreendente manutenção do superávit comercial, somada ao recuo das remessas de lucros e dividendos neste ano (0,7 % do PIB), Porem, em 2010 voltara a subir, mas sem causar grandes temores – devera ficar próximo 1,5% do PIB.
Adicionalmente, a recuperação recente dos fluxos financeiros, diante da redução da aversão aorisco, ira contribuir para a sobra de dólares no balanço de pagamento. Neste cenário, o movimento de apreciação do real pode não ter se esgotado, embora não seja provável retornar para os patamares pré-crise.
Após um período de melhora continua os resultados fiscais voltam a gerar preocupação. A forte queda do superávit primário e a apreciação do cambio reverteram à trajetória de queda darelação divida / PIB. No âmbito internacional, os sinais são distintos. Enquanto as economias maduras (EUA, Europa e Japão) mostram serias dificuldades para reverter a recessão, as grandes economias asiáticas ( China e Índia ) tem conseguido sustentar um bom ritmo de expansão do produto.
A atividade econômica apresenta uma lenta crise, porem, o processo de ajuste dos estoques parece...
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