Estrategicas educacionais

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ESTRATÉGIAS PARA EDUCACAÇÃO INCLUSIVA PARA CRIANÇAS COM

AUTISMO



Cleomara Campos de Carvalho

Professora - Maria Angélica Magalhães Lopes

Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI

Curso (PDE0400) – Prática do Módulo II

24/06/2012





RESUMO


O atendimento escolar de alunos autistas tem sido finalidade de reflexões e propostas distinguida. O artigo foirealizado a partir de uma pesquisa bibliográfica a respeito das dificuldades e probabilidades da educação inclusiva para crianças com autismo. Consideraremos partir das conseqüentes questões norteadoras: Como necessitam serem ensinados os alunos identificados como autistas? Que características devem ter a escola inclusiva para atender às suas obrigações específicas?O autismo distinguir dificuldades emdiferentes graus de intensidade em várias áreas, como: habilidade de comunicação, relacionamento social, funcionamento cognitivo, processo sensorial e conduta. Vários autores analisam que é uma síndrome das mais difíceis de entender, devido ao seu aspecto modificável de gravidade, à mudança periódica de sintomas, à inconsistência na nostalgia e à falta de sinais físicos específicos. A questãoeducativa torna-se, portanto, de grande importância, no andamento de desenvolver estratégias de ensino desejando graus mais altos de capacidades

Palavras - chave: Autismo. Educação. Inclusão.




1 INTRODUÇÃO



O desafio associado ao acolhimento escolar de alunos autistas tem significado finalidade de reflexões e propostas diferenciadas. O artigo foi feito a partir de uma análisebibliográfica a consideração dos impedimentos e probabilidades da educação inclusiva para crianças com autismo.
Investida nesse trabalho a valor do autismo e suas características, bem como a lei que adéqua o ensino especial e o ensino inclusivo. Trataremos, de forma especial, o ensino da criança com autismo, apontando conceitos possíveis de facilitação desse processo, sob a opinião depsicólogos, psiquiatras e pedagogos.
Consideraremos ainda sobre as expectativas se os desafios da inclusão educacional das crianças com autismo, a partir das seguintes questões conduzidas: Como devem ser educados os alunos identificados como autistas.







2 DESENVOLVIMENTO


2.1 COMPREENSÕES CONCEITUAIS



A primeira descrição clínica do autismo infantil foi alcançada pelopediatra Leo Kanner, em 1943, baseado nas análises feitas com um grupo de crianças. A partir de então, os estudos desempenhados a respeito do autismo nas mais desiguais áreas científicas resultaram em vários desenvolvimentos. Apesar disso, ainda não existe um explicação definitiva das causas do autismo.
Guedes (2002) cita duas imitações que explicam a causa do autismo: a corrente inglesa,que comprova falhas biológicas neuroanatômicas no indivíduo autista, e a francesa, que qualifica a origem relacionada a fatores psicossociais, designadamente de falhas na interação mãe–bebê, nos primeiros anos de vida.
Informando a corrente inglesa, Kaplan (1997) salienta que nas crianças autistas surgem mais destaques de complicações pré-natais do que o grupo de crianças sem deficiências.Acredita-se ainda que a perturbação permaneça associada com condições em que há lesões neurológicas, notoriamente rubéola congênita, esclerose tuberosa, fenilcetonúria, e síndrome de Rett. Kaplan (revista brasileira 2006) pensou ainda nas evidências que lembram que a incompatibilização imunológica entre a mãe e o embrião ou feto que pode contribuir para o autismo. Explica também que oslinfócitos de determinadas crianças autistas reagiriam com os anticorpos das mães, agrava danos nos tecidos neurais embrionários no período da gravidez.
O que aprova essa tese é alguns achados, como por exemplo, em pessoas autistas, deferimentos no lobo temporal e de um descimento no número de células de Purkinje no cerebelo, o que resultaria em um repertório comportamental restrito e em...
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