Estamparia

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Déborah Diniz
Roberta Rapelli
Tatiana Matheucci













Tipos de Estamparia


























UNISAL
Americana
2008


Déborah Diniz
Roberta Rapelli
Tatiana Matheucci












Tipos de Estamparia








Trabalho de aproveitamento realizado para a disciplina de Laboratório deInformática do Curso de Moda do Centro Universitário Salesiano, sob a orientação da Profa Dra Elisangela.



































UNISAL
Americana
2008


Definição de Estamparia

A estamparia têxtil é um dos métodos mais importantes e versátil para a introdução de cor e desenhos nos substratos têxteis.
A estamparia tem como objetivo conferir aosubstrato têxtil um “tingimento” localizado a uma ou várias cores.
Enquanto que por tingimento se obtêm em princípio uma coloração uniforme do material têxtil, por estampagem obtêm-se diretamente desenhos, a uma ou varias cores sobre o material têxtil.
Embora a estamparia seja por vezes considerada como um caso particular do tingimento, na óptica dum "tingimento local", preferimos encará-lacomo uma operação totalmente distinta, pois as técnicas usadas têm poucas semelhanças.
Estampar é uma das mais exigentes técnicas têxteis, e também a que mais se aproxima da arte. A obtenção de desenhos coloridos nos tecidos data já de antes de Cristo. Heródoto, historiador grego, dizia que "eram apanhadas umas folhas de arvores que eram esmagadas e mexidas na água, dando uma tinta que servia parapintar as roupas com figuras".
Por outro lado, na Índia e outros países orientais era utilizada a técnica do batique (reserva mecânica à base de cera de abelha). A estamparia começou a ter grande incremento na Europa no século XVIII. Os nomes de Von Schule, Oberkampf, Koechlin, entre outros, ficaram na história pelo seu contributo à industrialização da estamparia. Era então utilizada a técnica degravura em alto-relevo, inicialmente em plano e depois em rolos. A Perrotine máquina surgida em 1834 representa uma mecanização deste processo. Por outro lado, desenvolveu-se no Japão a estamparia ao quadro, introduzida na Europa em Lyon em 1850, e como tal designada por estamparia a lionesa. Este processo foi posteriormente adaptado para funcionamento em contínuo, como veremos adiante. Surgiu jána segunda metade do século XX a chamada estamparia por transferência, na qual o desenho é transferido de um papel para o tecido.
A inovação mais recente é a estamparia por jacto de tinta ou estamparia digital, processo que se encontra em franca expansão.
Normalmente, os motivos estampados repetem-se regularmente em intervalos regulares. O espaçamento dos motivos é o chamado "rapport". Enquantoque na impressão do papel é facilmente possível obter uma gama de cores quase infinita por tri- ou tetracromia, na estamparia de tecidos não é normalmente possível utilizar esta técnica, devido à contextura e movimentação do tecido na maquina de estampar. Assim, é normalmente necessário estampar separadamente cada cor, o que reduz na prática o número de cores que constituem o motivo - normalmentede 1 a 6. Em artigos de luxo esse número pode ir até 20. A estamparia digital não tem esta limitação.
Quadros, ou telas, ou matrizes

É a ferramenta fundamental do silk-screen, ou serigrafia.
Basicamente é constituído da moldura e de uma gaze, ou tecido, esticado e fixado na moldura. Originalmente os quadros eram esticados com seda, daí o nome seri (seda em latim) grafia, ou silk-screen (silk= seda em inglês, screen = tela). Hoje se utiliza normalmente um tecido técnico em poliéster, fabricado exclusivamente para este fim, devido à sua excelente estabilidade dimensional, que garante a consistência do registro das cores da estampa por várias produções seguidas.
As molduras podem ser em madeira, alumínio ou ferro.
Existem quadros, com medidas padronizadas, molduras em perfil...
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