Estagio de psicopedagogia clinico e institucional

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UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO
SUB-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL






ESTÁGIO
PSICOPEDAGOGIA
CLÍNICO E INSTITUCIONAL
















Mônica Monteiro dos Santos




UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO
SUB-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICAE INSTITUCIONAL













Mônica Monteiro dos Santos















Pasta de Estágio apresentada à Universidade Castelo Branco como requisito parcial à obtenção do título de especialização - posgraduação "lato sensu em Psicopedagogia Clínica e Institucional sob orientação da Professora Vergilia A. M. CostaRio de Janeiro

julho de 2012
SUMÁRIO
1 - Introdução
1.1 - Objetivos Gerais e Específicos
 2 - Atividades Desenvolvidas
   2.1 - Relatório de Estágio Área Clínica
   2.3 - Relatório de Estágio Área Institucional  
3 - Atividades Complementares
4 - Conclusão
5 - Referências      
6 - Anexos
6.1 - Controle de Horas de Estágio
6.2 - Carta de Estágio
6.3 -Instrumentos de coleta de dados para a Avaliação Psicopedagógica Clínica
6.4 - Modelos de formulários utilizados na Área Institucional
6.5 - Material informativo utilizado na Área Institucional
6.6 - Certificados de participação em trabalhos científicos













INTRODUÇÃO


1 – INTRODUÇÃO

Saber aprender e ensinar no século XXI é permanente desafio àconstrução de um cotidiano escolar onde seja possível fazer valer as dimensões humanas da ética e da cidadania ativa. Na complexidade de nosso tempo, com todas as questões sociais presentes, os modelos de percepção de mundo já estão ultrapassados e não dão conta mais de encontrar alternativas possíveis, precisam ser superados para a reconstrução de um novo tempo, onde possamos viver dias melhores. Avida do homem é permeada pelo aprendizado e a dificuldade no ensino aprendizagem ressurge atualmente como um dos temas mais debatidos entre os educadores atualmente.
Discutir os problemas de aprendizagem é buscar subsídios para entender e ajudar alunos que se encontram desajustados usando como ponto de partida a dignose dos alunos e professores, sujeitos ativos do processo de ensinoaprendizagem.
O termo “dificuldades de aprendizagem” desde a década de sessenta e hoje – na maioria das vezes – é confundido por pais e professores como uma simples desatenção em sala de aula ou simplesmente rotulando a criança de bagunceira ou burra.
Atualmente, os caminhos que estão sendo vislumbrados entre o aprender e o ensinar, apontam novas maneiras de atuar na educação, napsicopadagogia e na aprendizagem de modo geral. Caminhos estes que podem gerar novas modalidades de ensino, onde o autoritarismo ceda espaço à solidariedade e para o desenvolvimento de novas habilidades criativas, colaborativas e comunicacionais, essenciais ao processo de construção do conhecimento.
Deste modo, um grande desafio atual é promover espaços e tempos nas instituições educacionais para que aaprendizagem seja, de fato, cooperativa. As difuculdades de aprendizagem podem ter origem cognitiva ou emocional e podem afetar qualquer área do desempenho escolar. Geralmente o professor é o primeiro a identificar alguma dificuldade, porém os responsáveis pela criança devem estar sempre atentos ao seu desenvolvimento e ao seu comportamento.
Cada criança tem ser próprio processo dedesenvolvimento, uma aprende a andar mais cedo, outras falam mais cedo, isso é normal, não existe um padrão de desenvolvimento, por isso, é muito importante respeitar o ritmo de desenvolvimento da criança.

Pain (1981, citado por Rubenstein, 1996) considera a dificuldade para aprende como um sintoma, que cumpre uma função positiva tão integrativa como o aprende, e que pode ser determinado por:

fatores...
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