Esgoto sanitario

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Dedicatória

Aos meus pais e minhas filhas pelo apoio e carinho nos momentos de dificuldades.

Agradecimentos

Às queridas orientadoras Gilmara Trombetta, Francini Vila e Claudia Filisbino, pela paciência pelo apoio incentivo seguido de muito carinho e além de tudo transmitindo conhecimento para a realização deste trabalho.

A Deus que guia minha vida e com ele tudo possoe consigo e que nas horas difíceis
não me desamparou.

Em especial a você Gilmara que estava presente em todas as minhas dificuldades em um momento de

1.1Objetivos

1.1.1Objetivo Geral

1.1.2Objetivos Específicos

Introdução

A descarga de esgoto doméstico não tratado tem sido identificada como uma das maiores fontes de poluição no meio ambiente, esse problema ocorre principalmenteem países em desenvolvimento onde somente uma parcela do esgoto doméstico é coletado.
Tratar o esgoto,além de beneficiar diretamente o meio ambiente evita muitas doenças.

REVISÃO DA LITERATURA

O ESGOTO SANITÁRIO

Origem e Destino

O esgoto sanitário,segundo definição da norma brasileira NBR 9648 (ABNT, 1986),
é o 'despejo líquido constituído de esgotos doméstico e industrial, águade infiltração
e a contribuição pluvial parasitária”.Essa mesma norma define ainda :

esgoto doméstico é o “despejo líquido resultante do uso da água para higiene e necessidades fisiológicas humanas”;
esgoto industrial é o “despejo líquido resultante dos processos industriais,respeitados os padrões de lançamento estabelecidos”;
água de infiltração é “toda água proveniente dosubsolo,indesejável ao sistema
separador e que penetra nas canalizações”;
contribuição pluvial parasitária é a “ parcela do deflúviosuperficial inevitável-mente absorvida pela rede de esgoto sanitário”.

Por elas mesmas, essas definições já estabelecem a origem do esgoto sanitário
que, dadas tais parcelas, pode ser designado simplesmente como esgoto.Apesar das definições acima serem inequívocas , algumasconsiderações podem ser feitas.

O esgoto doméstico é gerado a partir da água de abastecimento e, portanto , sua medida resulta da quantidade de água consumida.Esta é geralmente expressa pela “taxa de consumo percapita “,variável segundo hábitos e costumes de cada localidade. É usual a taxa de 200 L\hab.dia , mas em grandes cidades de outros países essa taxa de consumo chega a ser três a quatrovezes maior,resultando num esgoto mais diluído, já que é praticamente constante a quantidade de resíduo produzido por pessoa.É óbvio que as vazões
escoadas de segoto são maiores.
A taxa per capita de água inclui uma parcela de consumo industrial relativo às
pequenas indústrias disseminadas na malha urbana e também um percentual re-
lativo às perdas do sistema de distribuição .
Essa água nãochega aos domicílios e não compõem o esgoto doméstico produzido.Por isso, a taxa individual a ser considerada no sistema de esgoto deve ser a taxa de consumo efetivo, bem menor que a taxa de distribuição.
O esgoto industrial, considerado parcela de esgoto sanitário, deve ser quantificado diretamente na medição do efluente da indústria , quando significativamente maior do que se poderia esperarda área urbana ocupada pe-la indústria . Nesse caso essa contribuição é considerada como singular ou con-

centrada em um trecho da rede coletora. Caso contrário ,não será singularmente
computada , pois já está incluida na taxa per capita. Outras contribuições como de escolas, hospitais ou quartéis são tratadas igualmente como singulares,quando segnificativas.

A água deinfiltração e a contribuição pluvial parasitária, ambas inevitáveis parcelas do esgoto sanitário, chegam às canalizações: a primeira, por percolação no solo fragilizado pela escavação da vala, otimizada pela superfície externa do tubo, por onde escoa até encontrar uma falha que permita sua penetração. Ocorrem principalmente quando o nível do lençol freático está acima da cota de assentamento dos...
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