Escravismo, colonialismo e estado moderno

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  • Publicado : 29 de maio de 2012
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Trabalho sobre escravismo, colonialismo e Estado Moderno.






1 INTRODUÇÃO
O texto pretende estabelecer uma relação entre os conceitos abordados. Onde, em um breve resumo, tentarei explicar as diferenças entre escravismo na antiguidade e na modernidade.
Saberemos atráves desse contexto, como eram formados os escravos, como as guerras e algumas crises. Como eram as sociedades.Falarei um pouco da servidão, do colonialismo, como se deu esse processo de colonização Portuguesa e Espanhola, fazendo uma comparação entre ambas.
Abordarei um pouco sobre Estado Moderno, que foi uma grande transição na Idade Média, onde surgiu o absolutismo.
Por fim,tratarei do conceito entre Estado Moderno e colonialismo.



2 DESENVOLVIMENTO
2.1 ESCRAVISMONA ANTIGUIDADE
A escravidão foi utilizada entre os babilônios, egípcios, assírios, hebreus, gregos e romanos. Assim, é possível perceber que se trata de um fenômeno histórico extenso e diverso. O Código de Hamurábi, conjunto de leis escritas da civilização babilônica, por exemplo, apresentava itens discutindo a relação entre os escravos e seus senhores.
De uma forma geral, os escravos eramobtidos por meio da realização de guerras contra diversos povos de culturas diversas. Os traficantes realizavam a compra dos inimigos capturados e logo os ofereciam em algum lucrativo ponto comercial. Os escravos eram utilizados em diversas frentes de trabalho. Em geral, os escravos que trabalhavam nos campos e nas minas tinham condições de vida piores se comparados aos escravos urbanos e domésticos. Odono ou comerciante poderia comprar, vender, dar ou trocar por uma dívida, sem que o escravo pudesse exercer qualquer direito e objeção pessoal ou legal, mas isso não era uma regra. Não era em todas as sociedades que o escravo era visto como mercadoria, haja visto que os escravos da cidade de Esparta, na Grécia, não podiam ser vendidos, trocados ou comprados, porque eram propriedade do Estado,que podia conceder a homens livres o direito de uso mas eles não eram propriedade particular. O Estado que tinha poder sobre eles.
O uso de escravos tinha grande importância social, pois concedia mais tempo para que os homens livres pudessem participar das assembléias, dos debates políticos, filosofar e produzir obras de arte. Conforme algumas pesquisas, a classe de escravos na Grécia Antiga, porexemplo, chegou a compor cerca de um terço da população.
O Império Romano foi uma das sociedades antigas onde a utilização da mão-de-obra escrava teve sua mais significativa importância. Em geral, os escravos trabalhavam nas propriedades de seus patrícios – grupo social romano que detinha o controle da maior parte das terras cultiváveis do império. Os escravos de Roma, onde a grande maioria tambémera prisioneiro de guerra, foram um dos pilares da riqueza do Império. Ocorreu, no entanto, que a partir do Século II, as guerras de conquistas praticamente cessaram. Este fato diminuiu muito a quantidade de escravos à venda. Com isso, o preço deles foi ficando cada vez mais alto. Esta crise afetou duramente a agricultura e o artesanato, setores que dependiam dos escravos para produzir em grandesquantidades, pois visavam à exportação. Nos séculos posteriores, as invasões bárbaras – que culminaram, inclusive, com a queda do Império Romano – fizeram com que o escravismo perdesse ainda mias sua força dentro da sociedade romana.

2.2 ESCRAVISMO NA MODERNIDADE
A escravidão da Idade Moderna estava baseada num forte preconceito racial, pelo qual a etnia ao qual pertencia o comerciante erasempre considerada superior. A partir deste período a escravidão passou a ser sustentada por teorias ideológicas que marcam o começo de uma nova maneira de pensar e de agir por parte da Europa Ocidental. Ganhou uma conotação racial e desumana, que até então não era tão explícita, o que serviu para fundamentar a continuação e alargamento da sua prática. Com o advento das Grandes Navegações não...
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