Escolas econômicas: keynesianismo

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ESCOLAS ECONÔMICAS: KEYNESIANISMO

INTRODUÇÃO

Keynes criou a sua Teoria com a pretensão de rivalizá-la à teoria "clássica". "O próprio John Keynes certamente via a sua teoria como uma total ruptura com a ortodoxia corrente". Ele considera a teoria clássica como sendo uma teoria particular e parcial da atividade econômica.
Sua obra decisiva foi a “The General Theory of Employment, Interest and Money” em 1936, com a qual ele deu uma resposta à crise econômica em todo o mundo desde o crash da Bolsa de Nova York em 1929. Para Keynes, a causa da crise foi a falta de procura devido ao aumento da propensão a poupar nas sociedades desenvolvidas. Isto é, que à medida que aumenta o rendimento, a maior parte dele destina-se à poupança e não ao consumo, sendo assim parte da produção não pode encontrar um comprador. Em sua opinião, o desemprego poderia ser remediado apenas com medidas monetárias, mas aumentando o gasto público em uma recessão. A importância desta teoria fundou todo um ramo da teoria econômica moderna, a macroeconomia.

JOHN MAYNARD KEYNES

Filho de intelectuais britânicos, o economista e empresário John Maynard Keynes, nasceu em 5 de junho de 1883 na cidade de Cambridge. Se destacou e ganhou medalhas em matemática no Colégio Eton, onde estudou e era tradicionalmente frequentado pelos aristocratas. Aos 19 anos, Keynes passou a estudar na Universidade de Cambridge, onde teve aulas com Alfred Marshall, um economista respeitado que o considerava seu mais brilhante aluno. Ali mesmo, nesta tradicional Universidade, o jovem economista conquistou seu diploma, no ano de 1905.
Em 1906 Keynes tornou-se funcionário do Ministério dos Negócios das Índias e passou dois anos na Ásia. Em 1908 passou a ocupar o cargo de professor de economia em Cambridge, onde lecionou até 1915. Como jornalista, já em 1911, Keynes tornou-se diretor do “Economic Jornal”, um dos mais renomados jornais no assunto de ciências econômicas.
Keynes ingressou no Tesouro Britânico em 1916,

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